— Carregando clima…
Última Hora
• Dólar volta a aproximar-se de R$ 5,49 em dia de instabilidade global • Lula negocia ajuste fiscal e apoio político em meio à pressão do mercado • Marina Ruy Barbosa terá de devolver anel de R$ 6 milhões? Veja o que diz a lei • Emprego nos EUA, balança comercial no Brasil, varejo na Europa e mais destaques • Dow Jones Futuro cai à espera do payroll; Nikkei despenca 6% no Japão • Quem financia os imóveis do Brasil? FIIs e CRIs avançam; poupança perde terreno • Preços altos da gasolina impulsionam vendas de híbridos da Toyota e ações disparam • Small caps sob juros altos: as 9 ações preferidas dos analistas no Lula 4 • Dólar volta a aproximar-se de R$ 5,49 em dia de instabilidade global • Lula negocia ajuste fiscal e apoio político em meio à pressão do mercado • Marina Ruy Barbosa terá de devolver anel de R$ 6 milhões? Veja o que diz a lei • Emprego nos EUA, balança comercial no Brasil, varejo na Europa e mais destaques • Dow Jones Futuro cai à espera do payroll; Nikkei despenca 6% no Japão • Quem financia os imóveis do Brasil? FIIs e CRIs avançam; poupança perde terreno • Preços altos da gasolina impulsionam vendas de híbridos da Toyota e ações disparam • Small caps sob juros altos: as 9 ações preferidas dos analistas no Lula 4
Ver Todas

Trump e Xi se encontram enquanto EUA e China trocam “chutes por baixo da mesa”

Atualizado em 22/09/2026 às 09:20 schedule 3 min de leitura visibility 43 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, se encontram nesta semana em Washington em meio a uma trégua comercial que, na prática, tem se mostrado mais frágil do que a pompa do encontro sugere. O acordo firmado há um ano durante reunião na Coreia do Sul ajudou a restaurar parte da estabilidade de uma relação econômica que ameaçava sair do controle, mas não impediu que os dois governos seguissem adotando medidas um contra o outro.

Segundo autoridades americanas, os dois lados devem discutir a criação de um diálogo sobre inteligência artificial e o incentivo ao comércio de bens não sensíveis, como energia e produtos de consumo. Ainda assim, ambos os países acusam o outro de descumprir promessas feitas em outubro, durante as negociações na Coreia do Sul. Washington afirma que as exportações chinesas de minerais essenciais para automóveis, semicondutores e ferramentas elétricas continuam excessivamente restritas, enquanto as compras chinesas de produtos agrícolas dos EUA seguem abaixo dos níveis prometidos.

Empresas americanas também demonstram preocupação com uma série de decretos emitidos pelo Conselho de Estado da China desde março, que ampliaram o poder do governo chinês sobre companhias globais que operam no país. As novas regras restringem auditorias independentes de cadeias de suprimentos dentro da China — algo necessário para que empresas cumpram legislações internacionais contra trabalho forçado — e preveem punições para companhias que cumprirem sanções estrangeiras direcionadas a empresas chinesas. Pequim também reforçou a supervisão sobre investimentos externos e exportações de minerais.

Do outro lado, os Estados Unidos continuaram impedindo a entrada de mais tecnologias chinesas em seu mercado, incluindo roteadores e robôs humanoides. Em junho, Washington adicionou diversas empresas chinesas a uma lista de companhias ligadas às Forças Armadas do país; em julho, incluiu dezenas delas em uma lista de restrições comerciais relacionada a acusações de trabalho forçado. Em resposta, a China sancionou sete companhias americanas especializadas em auditoria e rastreamento de cadeias de suprimentos. O resultado é um impasse regulatório que coloca empresas em posição difícil: cumprir as exigências da legislação americana pode resultar em punições por parte das autoridades chinesas.

Diante do encontro, autoridades dos dois países devem concentrar esforços em anúncios positivos. Os EUA pressionam a China a cumprir promessas de compra de produtos agrícolas e aeronaves da Boeing feitas no início do ano, e os dois governos demonstram interesse em avançar na criação de um novo conselho de comércio, que poderia reduzir tarifas sobre cerca de US$ 30 bilhões em mercadorias de cada lado. A China defende uma extensão mais longa da atual trégua, que expira em novembro, enquanto os Estados Unidos propõem uma renovação de apenas seis meses, segundo pessoas envolvidas nas negociações. Para analistas, o principal objetivo da visita será preservar a estabilidade mínima entre as duas maiores economias do mundo.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Internacional Paraguai intervém em um dos maiores bancos do país e congela dinheiro de milhões de pessoas O Ueno é um dos principais bancos do Paraguai e, segundo dados da própria instituição, tem 3 milhões de… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra