Carregando clima…
Última Hora
• Caderno de Música lembra 120 anos de nascimento de Dmitri Shostakovich • Defesa de Filipe Martins denuncia rotina de restrições na prisão paranaense • Estados Unidos admitem posse de armas em órbita e elevam tensão global • Expansão das bicicletas elétricas gera novos desafios para a segurança viária • “Partidarismo”: Gilmar manda indireta para Nunes e Mendonça e sugere que deviam sair do TSE • Deltan Dallagnol tem campanha suspensa após pedido do PT ao TSE • “Tortura psicológica”: a rotina de Filipe Martins, preso por Moraes por viagem que não existiu e suposto uso do LinkedIn • Guerra no espaço? Confirmação de que EUA têm armas em órbita acirra disputa com China e Rússia • Caderno de Música lembra 120 anos de nascimento de Dmitri Shostakovich • Defesa de Filipe Martins denuncia rotina de restrições na prisão paranaense • Estados Unidos admitem posse de armas em órbita e elevam tensão global • Expansão das bicicletas elétricas gera novos desafios para a segurança viária • “Partidarismo”: Gilmar manda indireta para Nunes e Mendonça e sugere que deviam sair do TSE • Deltan Dallagnol tem campanha suspensa após pedido do PT ao TSE • “Tortura psicológica”: a rotina de Filipe Martins, preso por Moraes por viagem que não existiu e suposto uso do LinkedIn • Guerra no espaço? Confirmação de que EUA têm armas em órbita acirra disputa com China e Rússia
Ver Todas

Estados Unidos admitem posse de armas em órbita e elevam tensão global

Atualizado em 20/09/2026 às 12:05 schedule 3 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

A confirmação oficial de que os Estados Unidos mantêm armas de controle espacial em órbita, feita pelo secretário da Força Aérea, Troy Meink, na última segunda-feira (14), acirrou a rivalidade militar com China e Rússia. Segundo especialistas, a falta de detalhes sobre o arsenal americano pode desencadear uma corrida armamentista sem precedentes para garantir a supremacia fora da Terra.

Durante um evento recente nos Estados Unidos, Meink afirmou que o país possui armas de controle espacial em órbita, capazes de defender as forças conjuntas americanas contra ações hostis vindas de adversários. O governo de Washington optou por não detalhar o funcionamento nem o tipo de tecnologia utilizada, o que gerou um clima de incerteza internacional. Analistas veem nessa postura — mostrar que tem o poder, mas manter o segredo sobre como ele funciona — uma tática clássica de dissuasão militar.

Relatórios da Força Espacial dos EUA indicam que a China desenvolve armas antissatélite capazes de atingir altitudes elevadas, como a órbita geoestacionária, a 36 mil quilômetros da Terra. O país já testou sistemas de inspeção e reparo que podem ser usados para desativar equipamentos rivais. Já a Rússia tem colocado protótipos de armas em trajetórias que coincidem com satélites de segurança nacional americanos. Há ainda preocupação com o desenvolvimento russo de um satélite projetado para carregar armas nucleares, o que representaria uma ameaça global a todos os serviços espaciais.

O conceito de armas espaciais abrange tecnologias cinéticas e não cinéticas. Os meios não cinéticos são menos agressivos fisicamente e incluem interferências eletrônicas, ataques cibernéticos e lasers que ofuscam os sensores de satélites inimigos. As opções mais severas envolvem armas de destruição física ou satélites de coórbita, que se aproximam de outros objetos para empurrar ou desativar seus sistemas. A destruição física, porém, é evitada ao máximo por todos os países, pois gera detritos espaciais perigosos que podem danificar qualquer equipamento em órbita, inclusive os próprios.

Uma guerra iniciada no espaço teria efeitos imediatos no cotidiano, pois a sociedade atual depende totalmente de infraestruturas orbitais. O funcionamento do sistema de GPS, as previsões meteorológicas e quase todas as telecomunicações modernas passariam por instabilidades ou apagões completos. Analistas reforçam que o maior risco não é apenas a corrida tecnológica, mas a ausência de regras internacionais claras sobre o uso do espaço sideral. Como as comunicações terrestres estão interconectadas, qualquer ataque lá em cima geraria consequências econômicas e sociais graves aqui embaixo.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Política Defesa de Filipe Martins denuncia rotina de restrições na prisão paranaense Saiba como é a rotina de Filipe Martins no Paraná e entenda os argumentos da defesa sobre as prisões… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra