Os EUA estão ficando sem armas na guerra contra o Irã?
Em julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu executivos-chefes das principais empresas de defesa do país para cobrar um aumento na produção de armamentos. O encontro, realizado na Casa Branca, teve como pauta central a necessidade de acelerar a fabricação de munições e sistemas de armas diante do cenário de tensão com o Irã.
Segundo relatos do encontro, Trump enfatizou que a indústria bélica americana precisa operar em ritmo de guerra para atender à demanda crescente. A reunião ocorre em meio a preocupações sobre os estoques de munição dos EUA, que foram reduzidos após o envio de grandes volumes de armas à Ucrânia e a Israel.
O governo americano tem buscado formas de expandir a capacidade produtiva do setor, incluindo a possibilidade de contratos de longo prazo com as fabricantes. Ainda não há detalhes sobre metas específicas de produção ou prazos definidos para o aumento da capacidade industrial.
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