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O fenômeno que causou terremoto devastador na Colômbia — e não tem relação com tremores na Venezuela

Atualizado em 11/08/2026 às 20:50 schedule 2 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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Um terremoto de magnitude 7,4 na escala Richter atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8), deixando ao menos 169 mortos e mais de 900 feridos, conforme balanço divulgado por autoridades locais. O abalo, classificado como devastador, foi sentido em diversas regiões do país e provocou destruição em áreas urbanas e rurais, com equipes de resgate ainda em busca de sobreviventes entre os escombros.

Especialistas apontam que o fenômeno sísmico tem origem em falhas geológicas locais e não possui relação com os tremores registrados na Venezuela nas últimas semanas. A distinção é relevante para a compreensão do evento, já que os dois países estão em contextos tectônicos diferentes, embora compartilhem a região andina. Ainda não há informações consolidadas sobre o número exato de desabrigados, e órgãos oficiais não detalharam a extensão total dos danos materiais.

O governo colombiano mobilizou equipes de emergência para as áreas mais atingidas, priorizando o atendimento hospitalar e a distribuição de suprimentos básicos. Hospitais locais relataram superlotação, e a população foi orientada a permanecer em locais abertos diante do risco de réplicas. A Defesa Civil do país monitora a situação e não descarta a ocorrência de novos abalos de menor intensidade nas próximas horas.

Organizações humanitárias e instituições religiosas iniciaram campanhas de arrecadação de donativos para auxiliar as vítimas, enquanto equipes técnicas avaliam a segurança estrutural de prédios públicos e residenciais. Ainda não há um levantamento oficial sobre o impacto em infraestrutura crítica, como estradas e redes de energia, mas relatos iniciais indicam interrupções pontuais no fornecimento de eletricidade em municípios próximos ao epicentro.

Autoridades locais seguem em contagem dos danos e não informaram prazos para a normalização completa dos serviços essenciais. A prioridade imediata, segundo comunicados oficiais, é a localização de desaparecidos e a estabilização dos feridos mais graves.

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Por Ivan Marra

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