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O bom problema da Divina Terra: a alimentação saudável virou febre

Atualizado em 19/09/2026 às 11:20 schedule 2 min de leitura visibility 39 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A rede de alimentação saudável Divina Terra vive um "bom problema": o segmento que era um nicho quando a marca foi fundada, há 15 anos, explodiu e atraiu novos concorrentes. Supermercados, farmácias e atacadistas passaram a oferecer produtos parecidos, segundo o sócio Sérgio Costa em entrevista ao podcast Do Zero ao Topo, do InfoMoney.

Para crescer dos atuais 80 para 100 pontos de venda, a empresa aposta em três estratégias. A primeira é a virada de bandeira, que absorve comércios independentes já existentes, com clientes e localização, mas sem poder de negociação com fornecedores nem suporte de marketing. Em troca, o comerciante paga royalties menores que os de uma franquia. Os dois primeiros testes, em Farroupilha (RS) e Florianópolis (SC), completaram um ano.

A segunda é a loja compacta em formato container, com custo inicial de abertura abaixo de R$ 300 mil, contra R$ 400 mil de uma loja de rua convencional, podendo ser instalada em postos de gasolina e redes de atacarejo. A terceira são as vending machines, que passarão a vender sachês de whey de dose única, granéis e suplementos em academias, empresas e mercados.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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