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Mais de 170 crianças palestinas foram mortas desde janeiro de 2024

Atualizado em 16/08/2026 às 09:35 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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Mais de 170 crianças palestinas foram mortas na Cisjordânia ocupada, incluindo Jerusalém Oriental, entre janeiro de 2024 e o final de julho de 2026, segundo dados das Nações Unidas apresentados pelo UNICEF. No mesmo período, mais de 1.500 crianças ficaram feridas, quase metade delas atingidas por munição real. Entre as crianças israelenses, três foram mortas e 15 ficaram feridas. Adolescentes representam a maioria das vítimas.

A violência contra os menores não se limita aos confrontos armados. O UNICEF documentou casos de crianças atingidas por tiros, espancadas, esfaqueadas ou agredidas com spray de pimenta, além de ataques contra casas, meios de subsistência e infraestruturas de abastecimento de água. Crianças sobreviventes de ferimentos graves podem ficar com deficiências permanentes, enquanto outras enfrentam detenções, deslocamentos forçados, dificuldades para retornar à escola e traumas.

O acesso à educação também está comprometido: mais de 800 mil crianças na região encontram obstáculos para frequentar a escola de maneira segura. Pelo menos 355 crianças palestinas estão detidas em estruturas militares israelenses, o maior número em oito anos, sendo 164 em detenção administrativa, sem acusação ou julgamento. O UNICEF pede o fim da detenção administrativa de crianças e o respeito ao direito internacional.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial, a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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