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Escola de drones: por que o PCC não ataca São Paulo pelo ar

Atualizado em 26/08/2026 às 17:05 schedule 2 min de leitura visibility 23 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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Enquanto o Rio de Janeiro registra ataques com granadas lançadas por drones, o PCC utiliza a mesma tecnologia em São Paulo sem promover ataques. A diferença, segundo análise de um policial civil aposentado com 23 anos de atuação em unidades especializadas, revela dois modelos distintos de governança do crime organizado.

No Rio, a Polícia Civil investiga 18 ocorrências envolvendo drones, incluindo um ataque em Vargem Grande. O Comando Vermelho teria promovido aulas de operação dos equipamentos no Complexo da Penha, com dezenas de alunos por vez. Já em São Paulo, os usos documentados do PCC estão ligados à entrega de celulares em presídios e ao monitoramento de autoridades, como um promotor de Justiça e um diretor de presídio, segundo investigações do Ministério Público.

Para o autor, a ausência de ataques com explosivos pelo PCC não indica falta de capacidade, mas cálculo de governança: a organização depende da continuidade dos negócios ilícitos, e uma granada sobre uma festa de rua atrairia resposta policial de grande porte e desorganizaria o comércio que financia sua estrutura.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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