Carregando clima…
Última Hora
• Filha rebelde de Fidel Castro fala da relação com pai: 'Ele me deu um boneco vestido como ele' • Três homens executados no mesmo dia: o que explica o aumento na aplicação da pena de morte nos EUA • Como nova onda de ataques às vacinas gerou efeito reverso nas redes sociais, segundo levantamento • Guia do eleitor: tudo o que você precisa saber sobre as eleições de 2026 • O que acontece após Flávio Bolsonaro não conseguir registrar candidatura no TSE por ter sido filiado ao Missão? • Por que treino intenso de 3 minutos traz mais benefícios que 1h30 de exercício moderado • Carteira imobiliária da Viacredi atinge R$ 1 bi em apenas quatro anos • Vizinho do Brasil transfere todos os feriados para as sextas-feiras para impulsionar turismo e produtividade • Filha rebelde de Fidel Castro fala da relação com pai: 'Ele me deu um boneco vestido como ele' • Três homens executados no mesmo dia: o que explica o aumento na aplicação da pena de morte nos EUA • Como nova onda de ataques às vacinas gerou efeito reverso nas redes sociais, segundo levantamento • Guia do eleitor: tudo o que você precisa saber sobre as eleições de 2026 • O que acontece após Flávio Bolsonaro não conseguir registrar candidatura no TSE por ter sido filiado ao Missão? • Por que treino intenso de 3 minutos traz mais benefícios que 1h30 de exercício moderado • Carteira imobiliária da Viacredi atinge R$ 1 bi em apenas quatro anos • Vizinho do Brasil transfere todos os feriados para as sextas-feiras para impulsionar turismo e produtividade
Ver Todas

Como nova onda de ataques às vacinas gerou efeito reverso nas redes sociais, segundo levantamento

Atualizado em 17/08/2026 às 20:20 schedule 3 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos star star star star star (0)
Como nova onda de ataques às vacinas gerou efeito reverso nas redes sociais, segundo levantamento

Levantamento aponta reação majoritariamente pró-vacina após ataques de políticos nas redes

Uma nova onda de ataques às vacinas promovida por políticos de direita ampliou a discussão sobre imunização nas redes sociais, mas foi seguida por uma reação majoritariamente favorável à vacinação. É o que aponta um levantamento da plataforma de monitoramento digital Torabit, obtido pela BBC News Brasil, que analisou 93.755 publicações únicas com o termo "vacina" no X, Facebook, Instagram e Bluesky entre os dias 3 e 10 de agosto.

No período, 54,4% das publicações foram classificadas como pró-vacina, enquanto 28,3% foram antivacina. Considerando apenas os conteúdos que assumiram posição sobre o tema, 65,8% eram favoráveis à imunização e 34,2%, contrárias. Segundo a Torabit, o padrão se repetiu após as duas principais ondas de conteúdo antivacina: aumento imediato da discussão e posterior reversão da tendência, com o efeito de cada investida durando aproximadamente 48 horas.

A movimentação inicial foi impulsionada pela repercussão do depoimento do imunologista Anthony Fauci no Senado americano e por um vídeo do deputado Nikolas Ferreira, publicado em 2 de agosto, retomando alegações sobre a pandemia. Na segunda metade do período, o debate voltou a ganhar força com o avanço do surto de sarampo em São Paulo — que concentra 23 dos 24 casos do país — e com um vídeo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, publicado em 7 de agosto, defendendo a liberdade dos pais para decidir sobre a imunização dos filhos.

Os dados mostram repercussões diferentes entre os dois episódios. O vídeo de Nikolas representou 3% de todas as menções sobre vacinas no período, e 87,9% das publicações que o citavam eram pró-vacina. Já o conteúdo de Eduardo respondeu por 6,4% das menções, com pico no sábado e no domingo, quando esteve presente em 26,2% das publicações sobre vacinas em cada dia. Entre as menções que citavam Eduardo, 60,9% eram pró-vacina e 31,6% antivacina. O surto de sarampo também impulsionou a defesa da vacinação: entre as publicações que mencionavam o tema, 72,7% eram favoráveis à imunização.

O levantamento não permite determinar se os ataques provocaram diretamente o aumento das manifestações pró-vacina. O período também foi marcado pelo início da campanha nacional de multivacinação, o que contribuiu para ampliar a discussão sobre o tema. A análise ainda identificou diferença entre gêneros: entre perfis femininos com posição definida, 67% das menções eram pró-vacina, contra 56% entre os masculinos.

Esta matéria foi publicada primeiro em Internacional · BBC News Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra