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“Perdi minha religião, mas ganhei minha fé”, diz missionário após seis anos de prisão

Atualizado em 19/09/2026 às 06:20 schedule 2 min de leitura visibility 0 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O missionário Jeff Woodke, ligado à organização JOCUM (Jovens Com Uma Missão), dedicou décadas ao trabalho missionário no Níger, na África Ocidental, até ser sequestrado por um grupo terrorista em 2016. Ele permaneceu seis anos em cativeiro no deserto da região e foi libertado em 2023.

Após a libertação, Woodke precisou reaprender a conviver em família e se submeter a tratamento pós-trauma. Em entrevista recente, ele relatou as marcas deixadas pelo período de privação de liberdade e o processo de reconstrução de sua vida após o cativeiro.

A declaração que dá título ao relato — "Perdi minha religião, mas ganhei minha fé" — resume, segundo o próprio missionário, a transformação que viveu durante os anos em que esteve sob poder do grupo terrorista. A frase distingue a experiência religiosa institucional daquilo que ele descreve como uma fé pessoal, construída no período de maior vulnerabilidade.

O caso de Woodke integra a lista de sequestros de missionários e trabalhadores humanitários registrados na região do Sahel, área que concentra atuação de grupos armados nos últimos anos. A libertação dele, em 2023, encerrou um período de seis anos de cativeiro.

Os detalhes completos da entrevista, incluindo as circunstâncias da libertação e o conteúdo integral das declarações do missionário, não constam no material disponível.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Gospel Prime e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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