Carregando clima…
Última Hora
• Escolas da Bahia e do Pará vencem prêmio nacional de sustentabilidade • Sociedade pode se inscrever para integrar delegação do Brasil na COP31 • O agro brasileiro está inovando rápido o suficiente? • O STF paralisa o país e emperra o desenvolvimento econômico • Investigação sobre um cidadão acima de qualquer suspeita • Alexandre de Moraes ameaça estabilidade do STF se assumir comando sob suspeita • Protestos liderados por jovens derrubam governo do Nepal em crise histórica • Estados Unidos enfrentam pressão para manter avanço da inteligência artificial • Escolas da Bahia e do Pará vencem prêmio nacional de sustentabilidade • Sociedade pode se inscrever para integrar delegação do Brasil na COP31 • O agro brasileiro está inovando rápido o suficiente? • O STF paralisa o país e emperra o desenvolvimento econômico • Investigação sobre um cidadão acima de qualquer suspeita • Alexandre de Moraes ameaça estabilidade do STF se assumir comando sob suspeita • Protestos liderados por jovens derrubam governo do Nepal em crise histórica • Estados Unidos enfrentam pressão para manter avanço da inteligência artificial
Ver Todas

O agro brasileiro está inovando rápido o suficiente?

Atualizado em 18/09/2026 às 15:05 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O agronegócio brasileiro construiu uma das cadeias produtivas mais competitivas do mundo ao incorporar avanços em genética, nutrição, sanidade, automação, bem-estar animal e gestão. Segundo artigo assinado por Leonardo Thielo de La Vega, médico-veterinário, pesquisador e CEO da F&S CAP, uma nova variável passou a pesar nessa equação: a velocidade — não apenas para desenvolver tecnologias, mas para incorporá-las às operações.

O texto aponta um gargalo pouco visível. Enquanto os processos produtivos avançam rapidamente, muitos sistemas de gestão ainda dependem de ciclos lentos de evolução, que passam por solicitação, orçamento, aprovação e fila de desenvolvimento. Ferramentas assistidas por inteligência artificial começam a reduzir o tempo e o custo de criar, testar e incorporar novas funcionalidades, o que, segundo o autor, sinaliza uma mudança na economia do desenvolvimento de software.

Para o agro que disputa mercados globais, isso tem peso direto. Se a tecnologia existe, mas leva meses para chegar à operação, parte do valor da inovação se perde. O autor defende que sistemas do futuro sejam menos produtos estáticos e mais plataformas em evolução permanente, aproveitando a escala de necessidades comuns a várias agroindústrias. A aproximação entre o setor e empresas brasileiras de tecnologia poderia transformar demandas locais em soluções de alcance global.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Sociedade pode se inscrever para integrar delegação do Brasil na COP31 Os representantes da sociedade civil que quiserem integrar a delegação brasileira na 31ª Conferência das… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra