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O agro brasileiro está inovando rápido o suficiente?

Atualizado em 18/09/2026 às 15:05 schedule 2 min de leitura visibility 20 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O agronegócio brasileiro construiu uma das cadeias produtivas mais competitivas do mundo ao incorporar avanços em genética, nutrição, sanidade, automação, bem-estar animal e gestão. Segundo artigo assinado por Leonardo Thielo de La Vega, médico-veterinário, pesquisador e CEO da F&S CAP, uma nova variável passou a pesar nessa equação: a velocidade — não apenas para desenvolver tecnologias, mas para incorporá-las às operações.

O texto aponta um gargalo pouco visível. Enquanto os processos produtivos avançam rapidamente, muitos sistemas de gestão ainda dependem de ciclos lentos de evolução, que passam por solicitação, orçamento, aprovação e fila de desenvolvimento. Ferramentas assistidas por inteligência artificial começam a reduzir o tempo e o custo de criar, testar e incorporar novas funcionalidades, o que, segundo o autor, sinaliza uma mudança na economia do desenvolvimento de software.

Para o agro que disputa mercados globais, isso tem peso direto. Se a tecnologia existe, mas leva meses para chegar à operação, parte do valor da inovação se perde. O autor defende que sistemas do futuro sejam menos produtos estáticos e mais plataformas em evolução permanente, aproveitando a escala de necessidades comuns a várias agroindústrias. A aproximação entre o setor e empresas brasileiras de tecnologia poderia transformar demandas locais em soluções de alcance global.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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