Nos EUA, pastor chinês relata rotina de tortura do Partido Comunista da China
O pastor Ding Shuqi, uma das lideranças da congregação Early Rain Covenant, fez seu primeiro pronunciamento público em solo norte-americano desde que chegou aos Estados Unidos no último ano. O relato foi apresentado no Museu da Bíblia, na capital americana, onde ele descreveu o que classificou como repressão sistemática do regime comunista da China contra fiéis cristãos.
Segundo o relato do pastor, a congregação Early Rain Covenant tem sido alvo de perseguição por parte das autoridades chinesas. Ding Shuqi detalhou uma rotina de tortura a que teria sido submetido, descrevendo práticas de violência e pressão psicológica contra membros do grupo religioso.
O pronunciamento ocorreu no Museu da Bíblia, em Washington, e representa a primeira manifestação pública do pastor desde sua chegada aos Estados Unidos. Ele integra a liderança de uma das congregações cristãs que, segundo o próprio relato, enfrentam restrições e ações repressivas na China.
O material disponível não detalha as circunstâncias específicas do desembarque do pastor nos Estados Unidos, nem informa datas exatas dos episódios relatados ou o período em que as supostas torturas teriam ocorrido. Também não constam no texto os nomes de autoridades chinesas citadas ou eventuais respostas oficiais do governo da China às acusações.
A Early Rain Covenant é descrita como uma congregação cristã cujos líderes vêm denunciando, em diferentes fóruns, o que consideram perseguição religiosa no país. O relato do pastor Ding Shuqi se soma a outras manifestações públicas de religiosos chineses que deixaram o país e passaram a denunciar restrições à liberdade de culto.
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