No Haiti, mais de 250 mil crianças vítimas da fome e da violência
Um alerta conjunto de agências das Nações Unidas, entre elas o Unicef, a FAO e o Programa Mundial de Alimentos (PMA), aponta que quase 254 mil crianças haitianas de 6 a 59 meses devem sofrer de desnutrição aguda. O cenário descrito pelas agências que atuam no terreno é classificado como assustador.
Segundo o material divulgado, a comunidade internacional acompanha essa situação de agonia com uma inércia que as próprias agências humanitárias consideram "inaceitável". O número de crianças em risco reflete a combinação de fome, violência e pobreza que atinge o país caribenho.
As agências da ONU atuam diretamente no Haiti e vêm alertando para o agravamento das condições de vida da população. A desnutrição aguda entre crianças pequenas é um dos indicadores mais graves da crise, pois afeta o desenvolvimento físico e cognitivo na primeira infância.
O texto não detalha as medidas adotadas para conter o avanço da desnutrição nem apresenta projeções sobre a evolução do quadro nos próximos meses. Também não constam no material disponível informações sobre o total de pessoas afetadas pela crise humanitária no país ou sobre eventuais respostas de governos e organismos internacionais.
O alerta reforça a preocupação de entidades que acompanham a situação haitiana, onde a violência e a instabilidade dificultam o acesso de ajuda humanitária e agravam a insegurança alimentar da população.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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