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Morre Carlos Massoni, o Mosquito, lenda do basquete brasileiro

Atualizado em 18/08/2026 às 15:35 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos star star star star star (0)
Morre Carlos Massoni, o Mosquito, lenda do basquete brasileiro

Morreu nesta quinta-feira, aos 87 anos, Carlos Massoni, o Mosquito, um dos principais nomes da história do basquete brasileiro. O ex-jogador integrou uma das gerações mais vitoriosas da modalidade no país e fez parte da Seleção Brasileira que conquistou o título mundial de 1963, no Rio de Janeiro, além de duas medalhas de bronze em Jogos Olímpicos: Roma 1960 e Tóquio 1964.

Em nota oficial, a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) prestou homenagem ao ex-atleta, classificando-o como um "herói do basquete brasileiro". O Comitê Olímpico do Brasil (COB) também lamentou a perda e destacou as conquistas de Mosquito, desejando pêsames aos familiares e amigos.

Nascido em São Paulo, Carlos Massoni iniciou a trajetória na Associação Atlética São Paulo antes de se profissionalizar pelo Palmeiras. Posteriormente, teve longa passagem pelo Sírio e ainda defendeu Portuguesa e São Caetano. Além do ouro mundial em 1963, conquistou o bronze na Copa do Mundo de 1967 e a prata na edição de 1970. Nos Jogos Pan-Americanos, subiu ao pódio três vezes: bronze em Chicago 1959, prata em São Paulo 1963 e ouro em Cali 1971.

Reconhecido pela raça dentro de quadra, o armador era especialista na organização das jogadas e nas infiltrações rumo à cesta. Após encerrar a carreira como atleta, formou-se em Educação Física e seguiu ligado ao esporte como técnico e professor até a aposentadoria. Em 2023, participou de celebração organizada pela CBB em homenagem aos 60 anos da conquista do bicampeonato mundial da Seleção Brasileira, reencontrando antigos companheiros daquela geração histórica.

Esta matéria foi publicada primeiro em gazeta esportiva e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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