— Carregando clima…
Última Hora
• Por que eleição brasileira é teste para estratégia de Trump na América Latina • Como vale-tudo no STF 'sequestrou' a eleição — e quais as consequências disso • Quanto gastou cada presidenciável na campanha eleitoral antes do 1º turno • Como está a disputa pelo governo nos 5 maiores colégios eleitorais do país • Oposição pode controlar maioria do Senado em 2027; veja os limites desse avanço • Como Lula e Bolsonaro chegaram às últimas pesquisas antes do 1º turno de 2022 • Onde Lula perde força em relação a 2022 e onde Flávio mantém os redutos de Bolsonaro • Como Lula e Flávio chegam ao domingo segundo as últimas pesquisas • Por que eleição brasileira é teste para estratégia de Trump na América Latina • Como vale-tudo no STF 'sequestrou' a eleição — e quais as consequências disso • Quanto gastou cada presidenciável na campanha eleitoral antes do 1º turno • Como está a disputa pelo governo nos 5 maiores colégios eleitorais do país • Oposição pode controlar maioria do Senado em 2027; veja os limites desse avanço • Como Lula e Bolsonaro chegaram às últimas pesquisas antes do 1º turno de 2022 • Onde Lula perde força em relação a 2022 e onde Flávio mantém os redutos de Bolsonaro • Como Lula e Flávio chegam ao domingo segundo as últimas pesquisas
Ver Todas

IRB surpreende no 2T e ação sobe 6% – mas olhos se voltam para “gatilho de 30%”

Atualizado em 20/08/2026 às 06:05 schedule 3 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

As ações do IRB Re (IRBR3) fecharam em forte alta nesta sexta-feira (14), avançando 5,78%, a R$ 52,33, após a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026. O movimento reflete números melhores do que o esperado pelo mercado, impulsionados por uma forte melhora operacional e por resultados financeiros favoráveis.

O IRB reportou lucro líquido de R$ 158 milhões no trimestre, alta de 55% em relação ao trimestre anterior e cerca de 10% acima do mesmo período de 2025. O resultado superou tanto as projeções do Goldman Sachs quanto as estimativas de consenso de mercado. Segundo o Goldman Sachs, o lucro veio 13% acima de suas estimativas, beneficiado por um resultado operacional melhor e por receitas financeiras mais fortes. O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) alcançou 12,5%, acima dos 8,2% registrados no primeiro trimestre.

O índice de sinistralidade recuou para 41,8%, ante 58% no primeiro trimestre e 51,9% um ano antes. A melhora foi impulsionada por uma reversão de aproximadamente R$ 139 milhões em reservas IBNR no Brasil, relacionadas principalmente ao segmento patrimonial. Essa reversão reduziu significativamente as despesas com sinistros e fez com que o resultado de subscrição avançasse de forma expressiva. O lucro de underwriting atingiu R$ 250 milhões, crescimento de 39% na comparação trimestral.

Contudo, o JPMorgan considera que boa parte da surpresa positiva veio justamente desse efeito não recorrente sobre reservas e alerta que esse benefício dificilmente se repetirá nos próximos trimestres. Para o banco, a baixa sinistralidade observada no período não representa necessariamente um novo patamar estrutural de rentabilidade. Já os prêmios emitidos caíram 14% na comparação anual, para R$ 1,15 bilhão. No mercado brasileiro, a queda foi de 19%, refletindo principalmente retração em agronegócio, riscos especiais e vida. Os prêmios retidos recuaram 5% em relação ao mesmo trimestre do ano passado e os prêmios ganhos caíram 8%.

Ainda no radar da companhia, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3.540/2026, que agora segue para análise do Senado. A proposta reduz a alíquota da CSLL para resseguradoras locais de 15% para 9% e elimina limitações para utilização de créditos tributários acumulados. O JPMorgan calcula que, se aprovado integralmente, o projeto poderia representar um potencial adicional de 25% a 30% no valor de mercado do IRB, somando o ganho com a redução de impostos e a aceleração do aproveitamento dos créditos tributários. Na avaliação da instituição, a mudança reduziria uma importante assimetria tributária entre resseguradoras locais e concorrentes internacionais, alterando estruturalmente o ambiente competitivo do setor.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Política Por que eleição brasileira é teste para estratégia de Trump na América Latina A eleição presidencial brasileira é vista por analistas como um teste crucial para a estratégia de Donald… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra