Cisjordânia: continua o cerco israelense contra casas palestinas em Nablus
Cisjordânia: continua o cerco israelense contra casas palestinas em Nablus
O embaixador dos Estados Unidos em Israel, Mike Huckabee, classificou como "um ato de terrorismo" o cerco promovido por colonos israelenses a residências palestinas em Qusra, aldeia ao sul de Nablus, na Cisjordânia. Entre as casas sitiadas está a de um cidadão estadunidense. Em publicação na rede social X, Huckabee afirmou que as ações dos responsáveis são "repugnantes" e que não há desculpa "para um comportamento de vândalos".
Durante a noite, o Exército israelense e forças policiais, instadas também pelo embaixador dos EUA, demoliram dois postos avançados de colonos israelenses nas aldeias de Qusra e Jalud. As estruturas foram construídas em área sob administração da Autoridade Palestina e, por isso, consideradas ilegais.
Há vários dias, em Qusra e nas áreas vizinhas, colonos israelenses vinham impedindo que famílias palestinas tivessem acesso à água, à comida e à eletricidade, numa tentativa de obter o controle total do território.
Dados divulgados pela imprensa internacional e provenientes de fontes do aparato de segurança israelense indicam aumento da violência na região. Nos primeiros seis meses de 2026, foram registrados 660 episódios de violência "nacionalista" por parte de colonos na Cisjordânia, contra 405 no mesmo período de 2025.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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