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União Europeia monitora avanço do PCC e aperta cerco contra facção brasileira

Atualizado em 30/09/2026 às 14:05 schedule 2 min de leitura visibility 18 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A União Europeia intensificou o monitoramento sobre o Primeiro Comando da Capital (PCC) diante da expansão da facção no narcotráfico internacional. Relatórios recentes da Eurojust e de autoridades de Portugal e França apontam que a organização brasileira firmou alianças com máfias europeias, como a italiana 'Ndrangheta e grupos sérvios, para controlar rotas de cocaína. O esforço conjunto busca desarticular os fluxos financeiros e logísticos do grupo.

Segundo o material, o PCC domina toda a cadeia logística: firma acordos diretos com produtores de cocaína na Bolívia, Peru e Colômbia e controla portos estratégicos no Brasil para o escoamento. Na Europa, oferece o produto em condições vantajosas enquanto os parceiros locais garantem a distribuição final. As investigações europeias passaram a focar o rastreamento financeiro e o monitoramento dos contatos entre fornecedores e transportadores, incluindo empresas de fachada usadas para ocultar capital ilícito.

A abordagem difere da adotada pelos Estados Unidos, que classificaram o PCC e o Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras em junho de 2026, medida que permite ataques diretos e sanções severas. A União Europeia, embora tenha ampliado a cooperação policial com o Brasil por meio da Europol e da Polícia Federal, resiste a usar o rótulo de terrorista e prefere instrumentos do Direito Penal tradicional. Portugal trata o avanço das facções como ameaça à paz social, e a França identificou a atuação de quatro grupos brasileiros na Guiana Francesa.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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