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Reflexão para o XXVI Domingo do Tempo Comum

Atualizado em 26/09/2026 às 07:05 schedule 3 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A liturgia do XXVI Domingo do Tempo Comum propõe uma reflexão sobre a responsabilidade individual e a conversão permanente, a partir da primeira leitura, do Livro de Ezequiel, e do Evangelho dos dois filhos.

Na primeira leitura, Ezequiel responde ao povo eleito, que costumava atribuir a culpa ao grupo ou aos antepassados e se sentia injustiçado por pagar por faltas coletivas. Diante da acusação de que "a conduta do Senhor não é correta", o profeta defende que Deus não quer a morte do pecador, mas oferece a oportunidade de um recomeço. Segundo o texto, quando o ímpio se arrepende da maldade que praticou e observa o direito e a justiça, conserva a própria vida.

No Evangelho, os dois filhos retratados representam, de um lado, as pessoas que acolhem a Palavra de Deus, mas nada fazem depois, e, de outro, aquelas que a rejeitam inicialmente, mas depois vão e fazem tudo de acordo com o coração do Senhor. A reflexão convida o leitor a se perguntar de que grupo faz parte.

O comentário lembra que os batizados professaram a fé em Deus e prometeram obedecer aos seus mandamentos de amor, e questiona se isso é vivido no dia a dia. A partir da parábola, observa que em cada pessoa existe o filho mais novo, que não era de natureza acolhedora aos desejos do Pai, mas se converteu e passou a caminhar unido ao seu coração. Ao mesmo tempo, como ainda se está nesta vida e se é constantemente confrontado por apelos contrários à opção fundamental, subsiste também o filho mais velho, que disse sim ao Pai, mas depois faz o que o desagrada.

A conclusão é que a atitude de permanente conversão, de exame contínuo de consciência e de disposição para se levantar deve estar presente em toda a vida. Somos responsáveis por nossos atos, ainda que se reconheça que somos frutos da família, da sociedade e do mundo. Há a capacidade de romper com o passado e caminhar em direção a Deus e aos irmãos; e, para quem se sente fraco, a graça de Deus fortalece. O humilde, que reconhece seus pecados e sua debilidade, triunfará porque abre espaço para Deus em sua vida.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Sobre o autor

Por Ivan Marra

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