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Por que tantos jovens são atraídos pelo comunismo?

Atualizado em 25/08/2026 às 15:50 schedule 2 min de leitura visibility 19 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O fascínio de parte dos jovens pelo comunismo raramente nasce do desejo por ditaduras ou repressão, mas da busca por ideais como igualdade, justiça social e oportunidades universais. Em um cenário de crises financeiras, dívidas estudantis e moradias inacessíveis, essas promessas ganham força entre aqueles que veem o sistema atual falhar em entregar prosperidade compartilhada.

A história, porém, mostra um abismo entre a intenção e o resultado. Regimes comunistas como os da União Soviética, da China de Mao e do Camboja de Pol Pot substituíram uma forma de desigualdade por outra, concentrando poder no Estado, controlando a liberdade de expressão e reprimindo opositores. Para muitos jovens, contudo, esses capítulos parecem distantes, perdidos em uma era de vídeos curtos e redes sociais que apagam a urgência do passado.

Reconhecer as falhas do capitalismo não exige abandoná-lo, assim como as imperfeições da democracia não justificam o autoritarismo. A força das sociedades livres está justamente na capacidade de se reformarem por meio do debate aberto e de instituições responsáveis. Em vez de temer as perguntas difíceis dos jovens, o caminho é oferecer verdade histórica e pensamento crítico — pois a liberdade depende de cidadãos dispostos a examinar ideias com honestidade antes de repetir os erros do passado.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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