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Por que o conceito de morte cerebral está sendo questionado

Atualizado em 20/08/2026 às 18:35 schedule 2 min de leitura visibility 10 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A médica americana Heidi Klessig lançou o livro “The Brain Death Fallacy”, no qual questiona a validade do conceito de morte cerebral. Na obra, ela argumenta que a definição foi criada menos como uma descoberta científica e mais como uma conveniência prática para facilitar a retirada de órgãos para transplantes, já que o coração do paciente ainda pode bater com auxílio de aparelhos.

Klessig também relata casos de pessoas diagnosticadas com morte cerebral que teriam apresentado melhora. Um dos exemplos citados é o da adolescente Jahi McMath, declarada morta na Califórnia, mas que permaneceu viva em estado vegetativo por mais cinco anos após a transferência para outro hospital, falecendo apenas em 2018.

O debate reacende discussões éticas e médicas. No Brasil, a legislação é definida pelo Conselho Federal de Medicina: desde 2017, a declaração de morte encefálica exige exames clínicos realizados por dois médicos diferentes e testes laboratoriais específicos, com diagnóstico restrito a profissionais com treinamento especial.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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