— Carregando clima…
Última Hora
• Presidente do TSE diz que voto é direito fundamental dos brasileiros • São Paulo segura Corinthians e é campeão brasileiro pela 1ª vez • Santa Cruz empata com Maringá e voltará à Série B após 10 anos • Veja como foi o último dia de campanha dos candidatos a presidente • Saiba quais situações permitem acompanhante na cabine de votação • Rádio MEC estreia série Eu Gosto de Música, apresentada por Ruy Castro • Tribunais distribuem urnas e preparam seções para eleição • Madre Angélica ganha homenagem inédita por trajetória na comunicação católica • Presidente do TSE diz que voto é direito fundamental dos brasileiros • São Paulo segura Corinthians e é campeão brasileiro pela 1ª vez • Santa Cruz empata com Maringá e voltará à Série B após 10 anos • Veja como foi o último dia de campanha dos candidatos a presidente • Saiba quais situações permitem acompanhante na cabine de votação • Rádio MEC estreia série Eu Gosto de Música, apresentada por Ruy Castro • Tribunais distribuem urnas e preparam seções para eleição • Madre Angélica ganha homenagem inédita por trajetória na comunicação católica
Ver Todas

Onde há violência, não há amor: 20 anos da Lei Maria da Penha

Atualizado em 20/08/2026 às 10:50 schedule 3 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Arcebispo: “Onde há violência, não há amor” ao lembrar 20 anos da Lei Maria da Penha

Em artigo publicado neste mês, o arcebispo de Cachoeiro de Itapemirim (ES), dom Luiz Fernando Lisboa, destacou os 20 anos da Lei nº 11.340, sancionada em 7 de agosto de 2006 e conhecida como Lei Maria da Penha. Para o religioso, a data é ocasião para reconhecer uma das mais importantes conquistas brasileiras no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, agradecer pelas vidas protegidas e renovar compromissos.

Dom Luiz Fernando ressaltou que a legislação provocou uma mudança fundamental ao ajudar o Brasil a compreender que a violência dentro de casa não pode ser tratada como simples “problema de família”, mas como violação da dignidade e dos direitos da pessoa humana. Ele também lembrou que a lei identifica cinco formas de violência contra a mulher: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, tornando visíveis sofrimentos antes escondidos, como ameaças, humilhações, controle, perseguição e isolamento.

O arcebispo afirmou que, para os cristãos, a defesa da mulher nasce da convicção de que toda pessoa foi criada à imagem e semelhança de Deus e possui dignidade inviolável. Ele citou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que já se manifestou publicamente em defesa da lei, e frisou que a violência contra a mulher é incompatível com o Evangelho. “Nenhuma interpretação da Sagrada Escritura pode justificar agressão, humilhação, controle ou submissão violenta”, escreveu.

No texto, dom Luiz Fernando fez um apelo aos homens cristãos para que não permitam que a raiva se transforme em agressão, o ciúme em controle ou a frustração em ameaça, e defendeu que procurar ajuda é responsabilidade e coragem. Ele também pediu que a prevenção comece na educação de meninos, com ensinamentos sobre respeito, diálogo e limites, e que as comunidades cristãs sejam espaços seguros de acolhida e escuta para mulheres em situação de violência.

“Enquanto uma mulher tiver medo dentro da própria casa, nosso trabalho não terminou. Enquanto ciúme for confundido com amor, controle com cuidado e dominação com autoridade, ainda precisamos educar”, afirmou. O arcebispo concluiu renovando o compromisso de que nenhuma violência deve ser naturalizada, nenhuma vítima culpabilizada e nenhuma mulher abandonada, e que a Igreja deve estar presente onde uma vida estiver ameaçada.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · CNBB e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Religião Pároco de Lampedusa se despede: “O contato com os migrantes mudou meu coração” História do Padre Carmelo Rizzo, que após cinco anos deixa a sua comunidade paroquial, na Ilha de Lampedusa,… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra