Clubes de leitura conservadores impulsionam a venda de livros no Brasil
Clubes de assinatura de livros vêm ganhando espaço no mercado editorial brasileiro e ajudam a explicar, em parte, o avanço nas vendas de obras físicas no país. O modelo combina edições cuidadas, produção de conteúdo complementar e divulgação intensa nas redes sociais, com gêneros variados.
Entre os exemplos citados está o clube lançado este ano pela Brasil Paralelo, que já soma milhares de assinantes mensais e prioriza obras de história e filosofia. Já o Clube de Literatura Clássica aposta em grandes obras de ficção, com traduções, notas e materiais de apresentação. O grupo Barca reúne 13 clubes de assinatura e relata cerca de 65 mil envios mensais, com expectativa de chegar a 100 mil ao fim do primeiro ano completo.
Os dados do setor também apontam alta: a Bienal do Livro de São Paulo teve recorde de público, com 760 mil visitantes, e crescimento de 57% na média diária de faturamento em relação à edição anterior. Segundo o Sindicato Nacional dos Editores de Livros, nas primeiras 36 semanas deste ano houve aumento de 8,7% no número de exemplares vendidos e de 11,9% no faturamento frente ao mesmo período do ano anterior.
Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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