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C&A, Riachuelo e Azzas: o que balanços das varejistas trarão no 3º trimestre?

Atualizado em 04/11/2026 às 10:05 schedule 2 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O cenário para o varejo brasileiro no terceiro trimestre não é favorável, segundo instituições financeiras que acompanham o setor. A XP Investimentos avalia que orçamentos domésticos mais apertados seguem pressionando o consumo, com deterioração adicional dos gastos discricionários, e estima que cerca de 53% das empresas de vestuário sob sua cobertura apresentem contração da margem bruta. O Itaú BBA projeta resultados difíceis, com poucos pontos positivos, e aponta risco de revisões negativas para o próximo trimestre e para 2027.

Na avaliação do Bradesco BBI, as perspectivas de juros reais e a percepção de risco já pressionam as ações dos setores de varejo e consumo, sensíveis a essas variáveis. Para a C&A, o Goldman Sachs destaca a desaceleração da receita líquida, intensificada pelas reformas em 18 lojas — cerca de 5% da base de 341 unidades —, com impacto estimado de 50 a 100 pontos-base no crescimento anual de vendas. O banco projeta alta de 1,5% na receita líquida, em torno de R$ 1,8 bilhão.

O Itaú BBA estima que a Lojas Renner seja a única varejista de vestuário do setor com vendas nas mesmas lojas negativas, queda prevista de 0,5% na comparação anual. Já a XP espera mais um trimestre fraco para a Azzas, com receita líquida consolidada em queda de quase 6% na comparação anual — melhora sequencial frente à retração de 8% no segundo trimestre — e Ebitda previsto de R$ 396 milhões, recuo de 16,9% ao ano.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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