Carregando clima…
Última Hora
• Gallagher: que a Igreja na Rússia seja construtora de pontes • Na Ucrânia, um verão que a guerra não pode roubar • Cardeal Spengler com 320 romeiros peregrinam ao Santuário de Aparecida • Processo Sinodal de tomada de decisão • Edith Stein e a educação Eucarística • Oriente Médio: novos ataques israelenses do Líbano à Síria • Papa sobre o combate aos vícios: a Igreja deve ser a família de todas as pessoas • Horário eleitoral começa nesta sexta; veja quanto tempo Lula e Flávio terão na TV • Gallagher: que a Igreja na Rússia seja construtora de pontes • Na Ucrânia, um verão que a guerra não pode roubar • Cardeal Spengler com 320 romeiros peregrinam ao Santuário de Aparecida • Processo Sinodal de tomada de decisão • Edith Stein e a educação Eucarística • Oriente Médio: novos ataques israelenses do Líbano à Síria • Papa sobre o combate aos vícios: a Igreja deve ser a família de todas as pessoas • Horário eleitoral começa nesta sexta; veja quanto tempo Lula e Flávio terão na TV
Ver Todas

Trump subestimou o Irã e perdeu o controle da guerra

Atualizado em 27/08/2026 às 14:50 schedule 2 min de leitura visibility 8 visualizações share 0 compartilhamentos star star star star star (0)
Trump subestimou o Irã e perdeu o controle da guerra

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subestimou a capacidade de resistência do Irã e transformou uma guerra planejada para durar dias em um conflito prolongado, caro e de consequências imprevisíveis. A avaliação é do cientista político Jorge Zaverucha, doutor pela Universidade de Chicago, em artigo publicado na Gazeta do Povo.

Seis meses após o início das hostilidades, dos quatro objetivos iniciais declarados por Trump — derrubar o regime dos aiatolás, impedir a fabricação de armas nucleares, cessar o apoio iraniano a grupos terroristas e anular a marinha do país —, apenas o último foi parcialmente alcançado. O Irã segue transferindo armas ao Hezbollah, Hamas e Houthis, e o grupo libanês se recusa a se desarmar, o que compromete o plano de paz entre Líbano e Israel.

Zaverucha aponta que a teocracia iraniana expandiu o conflito para a arena econômica ao fechar o Estreito de Ormuz, elevando o preço do petróleo, e bombardeou bases americanas no Golfo Pérsico. Com a percepção de que os EUA perderam o controle da guerra, Arábia Saudita, Paquistão e Turquia firmaram um pacto trilateral de defesa, enquanto os Emirados Árabes aceitaram treinamento militar israelense em seu território.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra