Tagle: Fulton Sheen, o beato que fez dos meios de comunicação uma porta para o Evangelho
O cardeal Luis Antonio Tagle presidiu a missa de beatificação do arcebispo Fulton Sheen e, na homilia, apresentou a fecundidade do evangelizador como fruto de duas realidades inseparáveis: a comunhão com Cristo e o encontro concreto com os pobres e vulneráveis. Segundo o cardeal, é dessa dupla fidelidade que nasce a força de quem anuncia o Evangelho.
A celebração marca a elevação de Fulton Sheen ao título de beato. Sua memória litúrgica será celebrada no dia 9 de dezembro, data de seu falecimento, ocorrido em 1979.
Conhecido por sua atuação nos meios de comunicação, Sheen fez do rádio e da televisão um instrumento de pregação, levando a mensagem cristã a públicos que não frequentavam os ambientes eclesiais tradicionais. A beatificação reconhece essa trajetória como expressão de um apostolado voltado ao anúncio do Evangelho para além dos espaços habituais da Igreja.
Na homilia, Tagle relacionou a eficácia da evangelização à coerência de vida do anunciador. Para ele, a comunhão com Cristo não se separa do contato direto com os que vivem em situação de pobreza e vulnerabilidade — condição que, na visão do cardeal, dá autenticidade à mensagem proclamada.
A cerimônia de beatificação insere Fulton Sheen entre os beatos da Igreja Católica, com celebração litúrgica própria na data de sua morte. Os detalhes completos da celebração e o texto integral da homilia constam no material divulgado pela Santa Sé.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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