— Carregando clima…
Última Hora
• Quanto capital pode entrar na Bolsa se rali continuar? Morgan vê até R$ 945 bi • Flávio Bolsonaro: Estou esperançoso com retaguarda de lideranças comigo como Tarcísio • Dia de Sorte: confira o resultado do concurso 1316 sorteado nesta terça-feira (6) • Papa: ao adorar Cristo, o fiel não pode aceitar opressão nem injustiça • Quina hoje, concurso 7136: confira o resultado sorteado nesta terça (6) • Papa Leão em Assis, 40 anos após o encontro histórico promovido por Wojtyła • Exportações brasileiras para a China caem 7,6% em setembro ante igual mês de 2025 • Exportações brasileiras para os EUA sobem 31,9% em setembro ante setembro de 2025 • Quanto capital pode entrar na Bolsa se rali continuar? Morgan vê até R$ 945 bi • Flávio Bolsonaro: Estou esperançoso com retaguarda de lideranças comigo como Tarcísio • Dia de Sorte: confira o resultado do concurso 1316 sorteado nesta terça-feira (6) • Papa: ao adorar Cristo, o fiel não pode aceitar opressão nem injustiça • Quina hoje, concurso 7136: confira o resultado sorteado nesta terça (6) • Papa Leão em Assis, 40 anos após o encontro histórico promovido por Wojtyła • Exportações brasileiras para a China caem 7,6% em setembro ante igual mês de 2025 • Exportações brasileiras para os EUA sobem 31,9% em setembro ante setembro de 2025
Ver Todas

Sete em cada dez brasileiros temem comprar remédios pela internet

Atualizado em 22/08/2026 às 16:35 schedule 3 min de leitura visibility 15 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Sete em cada dez brasileiros temem comprar remédios pela internet

Pesquisa do Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado encomendada pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) aponta que 69% dos consumidores brasileiros têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet. O levantamento ouviu 2.024 pessoas responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio e com hábito de realizar compras online ao menos uma vez a cada três meses, entre 13 e 17 de julho, em todas as regiões do país.

Quando a compra de um remédio falsificado, sem registro ou de procedência desconhecida acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda online a responsabilidade pela oferta. Além da falsificação, 59% temem receber medicamentos vencidos ou armazenados de forma inadequada e 54% citam o risco de adquirir produtos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para 82% dos consumidores, as regras para a comercialização digital de medicamentos devem estar obrigatoriamente vinculadas a uma farmácia ou drogaria autorizada, enquanto 71% avaliam que remédios não devem ser tratados como mercadorias comuns em plataformas digitais.

Neste mês de agosto, a Anvisa revogou medidas que proibiam a comercialização e a propaganda de medicamentos em plataformas como iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino, Americanas e Shopee. A agência esclareceu, entretanto, que a decisão não representa autorização automática para a venda de remédios nesses canais. A Lei nº 15.357/2026 passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico exclusivamente para fins de logística e entrega de medicamentos ao consumidor, desde que cumprida a regulamentação sanitária aplicável. A implementação da medida não produz efeitos imediatos e ainda depende de regulamentação específica da Anvisa, destacou o CEO da Abrafarma, Sérgio Menna Barreto.

No último dia 19, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, por unanimidade, a abertura de processo administrativo para regulamentar a contratação, por farmácias, de canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para fins de logística e entrega ao consumidor. A agência informou que o aperfeiçoamento regulatório será feito para adequar as regras sanitárias à lei e que ainda editará as normas específicas. O Conselho Federal de Farmácia (CFF) ressaltou que a entrada das plataformas não representa a venda de medicamentos pela internet de forma aleatória e que cobrará o posicionamento da Anvisa durante o processo de regulamentação.

O diretor jurídico do Procon do estado do Rio de Janeiro (Procon-RJ), Silvio Romero, explica que, enquanto não houver a regulamentação da Anvisa, somente farmácias autorizadas podem fazer a venda por plataformas digitais. Ele orienta que o consumidor desconfie de ofertas muito abaixo do valor de mercado e guarde todos os documentos referentes à compra, como comprovante de aquisição, nota fiscal e anúncio, para facilitar reclamações em caso de problemas. A pesquisa também mostrou que 95% dos entrevistados já realizaram compras online e que 78% afirmam que a presença de um farmacêutico aumenta a confiança na compra de medicamentos.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil O banquete das núpcias entre Deus e a humanidade! Cardeal Orani João Tempesta Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) Venha participar do Banquete de Cristo… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra