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Quando a bondade de Deus nos tira do lugar comum

Atualizado em 16/09/2026 às 20:50 schedule 2 min de leitura visibility 0 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O arcebispo emérito de Maringá (PR), Dom Anuar Battisti, assina uma reflexão sobre o Evangelho do 25º Domingo do Tempo Comum, Ano A. O texto parte de uma pergunta que, segundo ele, costuma atravessar o coração de quem trabalha, serve e se dedica por anos a uma mesma causa: por que aquele que chegou depois parece receber o mesmo que quem suportou o peso do dia.

A questão, conforme a reflexão, não é nova. Ela aparece na parábola dos trabalhadores da vinha, em que o dono paga igualmente aos que foram contratados no início e aos que chegaram nas últimas horas. Dom Anuar Battisti conduz a leitura a partir desse incômodo, que toca diretamente a experiência de quem se sente preterido diante de uma recompensa que considera desproporcional ao esforço feito.

O arcebispo emérito propõe que a bondade de Deus desloca o olhar do lugar comum. Em vez de medir o próprio valor pela comparação com o outro, a passagem evangélica convida a reconhecer que a lógica divina não se organiza pelo cálculo de méritos, mas pela generosidade. A reflexão sugere que esse deslocamento não anula o valor do trabalho nem o cansaço de quem serve, mas redimensiona o sentido da recompensa.

O texto integra a produção da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para o Tempo Comum e é assinado por Dom Anuar Battisti, arcebispo emérito de Maringá. A íntegra da reflexão está disponível no site da entidade.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · CNBB e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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