O Papa: queixas e calúnias paralisam. O Evangelho educa para a liberdade, na caridade
Papa no Angelus: amor mútuo exige correção fraterna e disposição para o diálogo
No Evangelho deste domingo, Jesus ensina os fiéis a exercerem o "amor mútuo", e o Papa aproveitou a reflexão do Angelus para explicar duas formas concretas de viver esse mandamento no dia a dia. A primeira delas, segundo o Pontífice, é estar aberto à correção fraterna.
Ao falar com sinceridade uns com os outros, o cristão enfrenta a realidade e transforma problemas e conflitos em oportunidades de crescimento. A correção feita com caridade não é um julgamento, mas um gesto de cuidado com o próximo, que ajuda a comunidade a amadurecer na fé e na convivência.
A segunda forma de amar fraternalmente destacada pelo Papa é a disposição para chegar a um acordo. Esse esforço de reconciliação, sublinhou, não deve ocorrer apenas quando já existe um conflito instalado, mas também como um exercício cotidiano de humildade e de busca pela unidade.
O Pontífice lembrou ainda que o entendimento entre as pessoas é um caminho para pedir a Deus uma graça, reforçando que o diálogo sincero e a busca pelo consenso são expressões concretas do Evangelho. A mensagem central da reflexão dominical foi a de que o amor mútuo educa para a liberdade e se manifesta na caridade vivida nas relações fraternas.
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