— Carregando clima…
Última Hora
• Edson Fachin avalia arquivamento de investigação contra André Mendonça no STF • Gestão Trump asfixia caixa da ONU e provoca maior crise financeira da história • Donald Trump e Xi Jinping reúnem governos para tratar de tensões globais • Justiça do Trabalho proíbe Luciano Hang de fazer discurso político na Havan • Itália aprova plano de Meloni para retomar energia nuclear após quase 40 anos • Livro revela por que arcebispo da TV era chamado de ‘apóstolo da América’ • PT recorre a ação ligada ao setor de mineração para pedir que Dino investigue Flávio • Votos nulos, brancos e abstenções devem ser recorde este ano, aposta autor de livro sobre eleições no Brasil: 'Tem algo diferente desta vez' • Edson Fachin avalia arquivamento de investigação contra André Mendonça no STF • Gestão Trump asfixia caixa da ONU e provoca maior crise financeira da história • Donald Trump e Xi Jinping reúnem governos para tratar de tensões globais • Justiça do Trabalho proíbe Luciano Hang de fazer discurso político na Havan • Itália aprova plano de Meloni para retomar energia nuclear após quase 40 anos • Livro revela por que arcebispo da TV era chamado de ‘apóstolo da América’ • PT recorre a ação ligada ao setor de mineração para pedir que Dino investigue Flávio • Votos nulos, brancos e abstenções devem ser recorde este ano, aposta autor de livro sobre eleições no Brasil: 'Tem algo diferente desta vez'
Ver Todas

Liderados por Trump, 14 países da região se comprometem a combater facções e cartéis; documento cita PCC e CV

Atualizado em 23/09/2026 às 13:20 schedule 3 min de leitura visibility 18 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Um grupo de 14 países latino-americanos e caribenhos liderado pelos Estados Unidos, conhecido como Escudo das Américas, divulgou nesta terça-feira (22/9) um comunicado no qual afirma estar disposto a impor sanções a 24 facções criminosas, entre elas duas brasileiras, classificadas pelo grupo como "narco-terroristas". O anúncio ocorreu no mesmo dia em que o presidente americano, Donald Trump, afirmou que poderá usar força militar na América Latina para garantir os "interesses vitais" do país sobre a região.

As facções brasileiras mencionadas no documento são o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC). Em maio, os Estados Unidos já haviam designado as duas organizações como terroristas — medida criticada pelo governo brasileiro sob o argumento de que poderia abrir espaço para intervenções militares americanas em território nacional.

A intenção declarada pelo Escudo das Américas coloca o Brasil na contramão da maioria dos países da América do Sul. Dos 11 países da região, sete integram o grupo e assinaram o documento: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Guiana, Paraguai e Peru. Não assinaram Brasil, Uruguai, Suriname e Venezuela.

O texto trata o crime organizado como ameaça conjunta e prevê o congelamento de ativos, a restrição de vistos para pessoas associadas a essas organizações e o processamento de quem ofereça suporte material ou logístico às facções. O documento também pede que a Organização dos Estados Americanos (OEA), sediada em Washington, convoque reunião para debater uma resolução conjunta sobre o combate às organizações criminosas da região.

Para a professora de Relações Internacionais da Unifesp, Carol Pedroso, as sanções são um "mau sinal para o Brasil", que já estava "cercado" de aliados militares em potencial dos EUA e agora fica "praticamente encurralado" com as adesões de Peru e Colômbia. Segundo ela, a medida poderia abrir caminho para ações militares tanto na fronteira quanto em território brasileiro. A avaliação da professora e de diplomatas ouvidos em caráter reservado é de que o foco de Trump sobre a América Latina atinge diretamente o Brasil, ainda que o país não tenha sido citado nominalmente.

Esta matéria foi publicada primeiro em Internacional · BBC News Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Internacional Gestão Trump asfixia caixa da ONU e provoca maior crise financeira da história Entenda como os cortes de Donald Trump geraram a maior crise financeira da ONU em 2026. Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra