Evangélicos que votaram em Cury passam a ser cobiçados pela campanha de Lula
A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu como um de seus focos principais no segundo turno a conquista dos eleitores evangélicos que votaram em Augusto Cury (Avante) na primeira etapa da disputa. Segundo o material disponível, a estratégia é dedicada a ampliar a votação do petista nesse segmento do eleitorado.
Membros da campanha avaliam o desempenho de Cury junto ao público evangélico como um filão a ser explorado na etapa seguinte da eleição. O texto-fonte não detalha, no entanto, os nomes dos integrantes da campanha envolvidos nessa avaliação nem os números de votação obtidos pelo candidato do Avante nesse segmento.
A movimentação ocorre no intervalo entre o primeiro e o segundo turno, período em que as campanhas que seguem na disputa buscam atrair eleitores que votaram em candidatos derrotados ou que não compareceram às urnas. No caso específico dos evangélicos que apoiaram Cury, a campanha petista prepara uma estratégia voltada a esse público.
O material disponível não informa quais medidas concretas compõem essa estratégia, nem se haverá agenda específica de Lula voltada ao segmento evangélico. Também não constam no texto-fonte declarações de Cury ou de integrantes de sua campanha sobre uma eventual orientação de voto a seus eleitores no segundo turno.
Os detalhes sobre a votação de Cury entre os evangélicos na primeira etapa e sobre o conteúdo da estratégia da campanha de Lula não constam no material disponível.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Gospel Prime e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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