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Donald Trump promove aproximação com a Coreia do Norte e beneficia Pequim

Atualizado em 22/08/2026 às 12:45 schedule 2 min de leitura visibility 15 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O presidente americano Donald Trump busca uma reaproximação diplomática com a Coreia do Norte, movimento que altera o equilíbrio de poder na Ásia e abre espaço para a China fortalecer sua liderança regional. A estratégia inclui o corte de exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul, enfraquecendo um dos eixos de segurança mais tradicionais do continente e dando fôlego ao governo de Xi Jinping para avançar em temas sensíveis, como a pressão sobre Taiwan.

A prioridade de Pequim ficou clara em 2026, quando a única viagem internacional de Xi Jinping foi à Coreia do Norte, para celebrar o Tratado de Amizade entre as nações. O objetivo é manter Pyongyang sob influência chinesa, evitando que o regime de Kim Jong-un negocie diretamente com o Ocidente. A parceria, porém, é considerada um fardo geopolítico: o país é visto como parceiro volátil e economicamente falido, obrigando Pequim a fornecer subsídios constantes e a blindar o regime em fóruns internacionais.

Diante do afastamento americano, Taiwan anunciou um aumento recorde de 18% nos gastos com defesa, ultrapassando 1 trilhão de dólares locais para investir em mísseis e drones. Simultaneamente, a China mobiliza navios no Mar das Filipinas, aproveitando negociações de fronteira entre Japão e Filipinas para tentar estabelecer presença permanente a leste de Taiwan.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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