Do purgatório à plenitude da pátria celestial
Após a Solenidade de Todos os Santos, a Igreja Católica convoca os fiéis à Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, em um momento de recolhimento marcado pela sobriedade e pela esperança. A reflexão é assinada por Dom Anuar Battisti, arcebispo emérito de Maringá (PR), em texto publicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Segundo o arcebispo, a passagem da celebração de luz e glória de Todos os Santos para a memória dos falecidos não representa ruptura, mas continuidade na oração da Igreja. Se no dia anterior a atenção se voltava para a Igreja triunfante, a Comemoração dos Fiéis Defuntos dirige o olhar para aqueles que ainda percorrem o caminho de purificação.
Do purgatório à pátria celestial
O título do texto, "Do purgatório à plenitude da pátria celestial", sintetiza a proposta da reflexão: apresentar a doutrina católica sobre o purgatório como etapa transitória rumo à comunhão plena com Deus. Dom Anuar Battisti descreve esse percurso como um itinerário de esperança, e não de temor, no qual a oração dos vivos acompanha os que aguardam a purificação final.
A Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, celebrada em 2 de novembro, integra o calendário litúrgico da Igreja logo após a Solenidade de Todos os Santos. A proximidade entre as duas datas é apresentada no texto como convite a contemplar a comunhão entre a Igreja peregrina, a padecente e a gloriosa.
O arcebispo emérito de Maringá encerra a reflexão apontando para a plenitude da pátria celestial como horizonte último da fé cristã. O texto completo está disponível no portal da CNBB.
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