— Carregando clima…
Última Hora
• Jordânia, o atentado em São Jorge, Hammoud. Dal Toso: o choque une a comunidade • Amigos que partem e ficam!: memória de quantos nos marcaram e Deus já chamou • Comunidade Cabo-verdiana de Brockton traça caminhos de Evangelização para 2026-2027 • Autoridade Sinodal: Aprender com o Bom Pastor • Santa Sé na ONU: redirecionar recursos para armas ao desenvolvimento humano integral • Testemunho de missionário italiano em Cusco, uma das etapas de Leão no Peru • De João Paulo II a Leão XIV, quarenta anos do "Espírito de Assis" • CEO do Airbnb alerta que dois tipos de trabalhadores podem não sobreviver à era da IA • Jordânia, o atentado em São Jorge, Hammoud. Dal Toso: o choque une a comunidade • Amigos que partem e ficam!: memória de quantos nos marcaram e Deus já chamou • Comunidade Cabo-verdiana de Brockton traça caminhos de Evangelização para 2026-2027 • Autoridade Sinodal: Aprender com o Bom Pastor • Santa Sé na ONU: redirecionar recursos para armas ao desenvolvimento humano integral • Testemunho de missionário italiano em Cusco, uma das etapas de Leão no Peru • De João Paulo II a Leão XIV, quarenta anos do "Espírito de Assis" • CEO do Airbnb alerta que dois tipos de trabalhadores podem não sobreviver à era da IA
Ver Todas

CEO do Airbnb alerta que dois tipos de trabalhadores podem não sobreviver à era da IA

Atualizado em 28/10/2026 às 06:20 schedule 3 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O CEO do Airbnb, Brian Chesky, afirmou que o maior risco para os profissionais na era da inteligência artificial não é a tecnologia em si, mas a recusa em evoluir junto com ela. Em entrevista ao podcast Invest Like the Best no início deste ano, ele disse que dois tipos de trabalhadores "não sobreviverão à era da IA": os gestores que apenas administram pessoas e aqueles que são rígidos e não querem mudar nem evoluir.

Segundo Chesky, à medida que a IA transforma as estruturas das empresas e a forma como os funcionários trabalham, os líderes precisarão se adaptar. Ele destacou especialmente os gestores de pessoas, que, na avaliação dele, precisarão se tornar "gestores híbridos" ou "gestores-contribuidores" para ter sucesso. Isso significa adotar uma abordagem mais técnica e manter conexão direta com o produto final, em vez de focar apenas na gestão de equipes.

"Não acho que gestores de pessoas terão valor no futuro. E, quando digo gestores de pessoas, me refiro àqueles que apenas gerenciam pessoas", afirmou. "Você não pode ser apenas aquele gerente que funciona como terapeuta da equipe, faz reuniões e encontros individuais." Ele citou Jony Ive, ex-diretor de design da Apple, como exemplo de alguém que encontrou o equilíbrio entre liderança e envolvimento direto com o produto. Para Chesky, construir relacionamento com os funcionários e fazer reuniões periódicas continua importante, mas simplesmente supervisionar pessoas não será mais suficiente.

O executivo também previu dificuldades para o funcionário que acredita poder escapar da nova tecnologia. Segundo ele, é relativamente simples dominar as ferramentas e acompanhar as mudanças, desde que o profissional tenha uma "mentalidade de crescimento". A avaliação segue o raciocínio de outros líderes do setor: chatbots e agentes de IA não necessariamente tomarão empregos, mas alguém que saiba utilizá-los poderá ocupar o lugar de quem não souber.

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, defendeu ideia semelhante ao afirmar que nenhum trabalhador estará isento da necessidade de aprender a usar essas ferramentas. "Você não vai perder seu emprego para uma IA. Vai perder seu emprego para alguém que usa IA", disse. Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, seguiu a mesma linha ao reconhecer o impacto da tecnologia sobre os empregos no entretenimento: "A IA não vai tirar o seu emprego. A pessoa que usa IA bem pode tirar."

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Economia Após bater os R$ 5,40 com reeleição de Lula, até onde o dólar pode ir? A disparada do dólar após a eleição reacendeu o debate sobre até onde a moeda americana pode chegar nos… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra