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Bandeira amarela é mantida em setembro e conta de luz seguirá mais cara

Atualizado em 29/08/2026 às 09:05 schedule 2 min de leitura visibility 31 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira que a bandeira tarifária permanecerá amarela em setembro. Com isso, os consumidores de energia elétrica terão um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária ficou verde, refletindo condições favoráveis de geração. Em maio, foi acionada a bandeira amarela, situação que se manteve nos meses seguintes. Segundo a Aneel, a manutenção do custo adicional reflete condições menos favoráveis de geração de energia no país, em razão do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.

Adotado pela Aneel em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias é uma ferramenta de transparência que permite aos consumidores acompanhar, mês a mês, as condições de geração de energia no país. Em nota, a agência reforça a importância da adoção de hábitos eficientes de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a economia doméstica e a sustentabilidade do setor elétrico.

O sistema funciona da seguinte forma: na bandeira verde, as condições de geração são favoráveis e a tarifa não sofre acréscimo. Na amarela, as condições são menos favoráveis e a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,885 para cada 100 kWh. Na vermelha, há dois patamares: no patamar 1, o acréscimo é de R$ 4,463 para cada 100 kWh; no patamar 2, o acréscimo é de R$ 7,877 para cada 100 kWh. Todos os consumidores cativos das distribuidoras são faturados pelo sistema, com exceção daqueles localizados em sistemas isolados.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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