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Amadou Hampâté Bâ, um pensamento que permanece como referência

Atualizado em 25/08/2026 às 21:20 schedule 1 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos star star star star star (0)
Amadou Hampâté Bâ, um pensamento que permanece como referência

Para o escritor e historiador malinês Amadou Hampâté Bâ (1901-1991), a história da África não poderia se limitar à era colonial — era preciso partir da antiguidade. Com essa convicção, ele dedicou a vida à recolha das tradições orais do continente, movimento que culminou na publicação de diversos volumes da coleção História Geral da África pela UNESCO.

Três décadas e meia após sua morte, o pensamento de Hampâté Bâ permanece como referência para o continente e o mundo. Sua célebre frase — "em África, um ancião que morre é uma biblioteca que arde" — segue ecoando como alerta para a importância de preservar a memória e o saber transmitidos oralmente, como destaca o cronista Filinto Elísio em texto dedicado ao autor.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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