A educação clássica pode recuperar o que as universidades perderam: a lição dos EUA
As universidades contemporâneas têm se afastado da educação clássica e, segundo os autores de um novo relatório, atuam para desconstruir o cânone ocidental e enfraquecer a própria nação americana. O texto, assinado por Ryan Hammill e Pavlos Papadopoulos e publicado pelo The Daily Signal, defende que a tradição clássica que formou os Fundadores dos Estados Unidos foi abandonada há muito tempo, mas pode ser restaurada.
Os autores argumentam que escolas progressistas e o Estado administrativo trabalham juntos desde a Era Progressista para remodelar o país, seguindo o plano de John Dewey, que pretendia desvincular a educação do passado e formar indivíduos adequados ao domínio burocrático. Segundo o relatório, os americanos começam a reagir a esse radicalismo e a reviver a educação clássica nas escolas.
Para os autores, a educação clássica deve priorizar o latim, a história política, biografias de estadistas, a filosofia moral, os princípios de governo e a retórica. Uma formação com esse perfil, dizem, prepararia a próxima geração para viver com mais felicidade na vida privada e com mais responsabilidade como cidadãos, além de transmitir a herança da civilização ocidental como direito inato a ser preservado e repassado aos filhos.
Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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