— Carregando clima…
Última Hora
• Morre o advogado Nelson Martins, pai do ministro Cristiano Zanin • Flávio participa de missa e confirma visita a Bolsonaro • STF exacerba politização abrindo balcão de negócios com futuros congressistas • Deputados do PT pedem que STF investigue ligação de Nunes Marques com Vorcaro • Multidão ocupa Copacabana em ato pró-Lula um dia após manifestação na Paulista receber críticas por cobertura da Globo • Flávio se reuniu com Vorcaro em dia decisivo para negócio com BRB após atribuir escândalo à esquerda • GRAVE: Instagram impõe restrições ao Pragmatismo após Flávio Bolsonaro acionar Kassio Nunes Marques para censurar a página • Flávio, Tarcísio e aliados espalham fake news sobre ato de Lula; TSE aponta grave manipulação • Morre o advogado Nelson Martins, pai do ministro Cristiano Zanin • Flávio participa de missa e confirma visita a Bolsonaro • STF exacerba politização abrindo balcão de negócios com futuros congressistas • Deputados do PT pedem que STF investigue ligação de Nunes Marques com Vorcaro • Multidão ocupa Copacabana em ato pró-Lula um dia após manifestação na Paulista receber críticas por cobertura da Globo • Flávio se reuniu com Vorcaro em dia decisivo para negócio com BRB após atribuir escândalo à esquerda • GRAVE: Instagram impõe restrições ao Pragmatismo após Flávio Bolsonaro acionar Kassio Nunes Marques para censurar a página • Flávio, Tarcísio e aliados espalham fake news sobre ato de Lula; TSE aponta grave manipulação
Ver Todas

STF exacerba politização abrindo balcão de negócios com futuros congressistas

Atualizado em 13/10/2026 às 16:35 schedule 3 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

A perspectiva de que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) enfrentem processos de impeachment no Senado provocou uma nova escalada na politização da Corte, marcada por articulações com integrantes do Congresso recém-eleito. O objetivo declarado nos bastidores é preservar a influência política do tribunal e evitar o afastamento de seus membros.

As movimentações ganharam força após o primeiro turno das eleições, quando candidatos que fizeram do enfrentamento ao STF uma de suas principais bandeiras conquistaram dezenas de cadeiras no Senado. A nova composição da Casa ameaça romper a proteção política que, segundo a reportagem, permitiu aos ministros atravessar sucessivos pedidos de impeachment sem que os processos avançassem. Por intermédio do presidente da Corte, Edson Fachin, a ala identificada como "golpismo togado" passou a buscar interlocutores entre adversários políticos construídos ao longo dos últimos anos.

Reportagem da Folha de S.Paulo revelou que dois ministros consideram necessário procurar integrantes mais moderados do PL, partido com mais cadeiras no Senado, para evitar o avanço dos processos. O risco de afastamentos já no primeiro semestre de 2027 é tratado como concreto dentro do tribunal. A eleição do próximo presidente do Senado, prevista para fevereiro, passou a ser acompanhada com preocupação, por ser decisiva para a tramitação dos pedidos. Rogério Marinho (PL-RN), crítico da ala do STF, é apontado como favorito para o cargo.

Conforme a reportagem, integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro interpretaram movimentos de alguns ministros como tentativas de um "acordão" político, que envolveria a preservação de ministros em troca da revisão da prisão de Jair Bolsonaro e da aceitação judicial de uma anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Publicamente, a cúpula do PL rejeita a ideia de acordo e mantém a intenção de promover ao menos o impeachment de Alexandre de Moraes. Marinho confirmou em coletiva já ter conversado com seis ministros do tribunal e afirmou que "não haverá vingança dos bolsonaristas contra os ministros, mas também não haverá omissão".

Paralelamente, decisões favoráveis a figuras da direita ganharam destaque após o primeiro turno, alimentando especulações sobre um possível recuo. Entre elas estão a progressão de Débora do Batom para o regime semiaberto, autorizada por Moraes, e o arquivamento de investigações envolvendo o senador Marcos do Val, Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio, além de um pedido contra Alfredo Gaspar. Quase 50 senadores da próxima legislatura já sinalizaram apoio ao impeachment de ministros do STF. Uma liminar de Gilmar Mendes, de dezembro de 2025, elevou a exigência de votos de 41 para 54, mas a decisão ainda pode ser derrubada.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Política Morre o advogado Nelson Martins, pai do ministro Cristiano Zanin STF manifestou solidariedade ao ministro Cristiano Zanin e seus familiares; advogado Nelson Martins tinha 90… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra