— Carregando clima…
Última Hora
• Balneário Camboriú vence disputa contra Dubai para receber cruzeiro de luxo • Flávio Bolsonaro questiona imparcialidade da Justiça e critica emissora de TV • Peru perde segundo bispo em dois dias às vésperas da visita papal • Janones diz que estado de ‘democracia mitigada’ foi necessário para vencer eleição • Soldados da Ucrânia avançam por tubos de gás subterrâneos para cercar russos • Avanço do PL pressiona Hugo Motta e leva partidos a antecipar disputa pela Câmara • Nove pessoas morrem em acidente de avião na Flórida; veja o que se sabe • Os eleitores hispânicos ajudaram a eleger Trump. Isso pode estar mudando agora no Texas? • Balneário Camboriú vence disputa contra Dubai para receber cruzeiro de luxo • Flávio Bolsonaro questiona imparcialidade da Justiça e critica emissora de TV • Peru perde segundo bispo em dois dias às vésperas da visita papal • Janones diz que estado de ‘democracia mitigada’ foi necessário para vencer eleição • Soldados da Ucrânia avançam por tubos de gás subterrâneos para cercar russos • Avanço do PL pressiona Hugo Motta e leva partidos a antecipar disputa pela Câmara • Nove pessoas morrem em acidente de avião na Flórida; veja o que se sabe • Os eleitores hispânicos ajudaram a eleger Trump. Isso pode estar mudando agora no Texas?
Ver Todas

Soldados da Ucrânia avançam por tubos de gás subterrâneos para cercar russos

Atualizado em 02/11/2026 às 11:05 schedule 3 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

As forças armadas da Ucrânia concluíram na última semana uma operação subterrânea na região de Kupiansk, no leste do país, utilizando gasodutos desativados enterrados a quatro metros de profundidade. Segundo o material divulgado, as tropas avançaram 15 quilômetros por dentro das tubulações para surpreender o inimigo. A ação resultou na prisão de 30 soldados russos e na eliminação de outros 100 que usavam a mesma rede para infiltração.

O cenário na linha de frente é dominado por drones que vigiam cada movimento na superfície, o que torna qualquer deslocamento a céu aberto extremamente arriscado. Para evitar ataques aéreos, os militares adaptaram estruturas civis desativadas como corredores logísticos. Os canos de aço têm cerca de 1,2 metro de diâmetro e 1,5 centímetro de espessura, protegidos por uma densa camada de terra. Os soldados não conseguem ficar em pé e precisam se mover curvados ou em pequenos veículos elétricos, mas o ambiente oferece abrigo contra a vigilância tecnológica constante dos dois lados.

A estratégia da Operação Veles

A operação foi planejada depois que os ucranianos identificaram que os russos usavam a malha subterrânea para cruzar barreiras naturais, como o rio Oskil, sem exposição. Para retomar o controle, a unidade militar Khartiia estudou mapas antigos e consultou engenheiros civis. Durante a incursão, os combatentes enfrentaram os russos com metralhadoras e granadas dentro dos tubos. Quando o avanço travava, os ucranianos cortavam as paredes de aço, cavavam túneis paralelos na terra e reentravam na tubulação metros adiante, conseguindo flanquear e capturar as posições de defesa russas no subsolo.

A destruição total da rede com explosivos se mostrou praticamente impossível devido à alta resistência das tubulações. O aço reforçado das paredes, somado à pressão da espessa camada de solo acima, torna as explosões superficiais ineficazes contra a integridade do sistema. Diante dessa limitação técnica, a tática adotada passou a ser o entupimento e o bloqueio físico das passagens. Enquanto a Ucrânia tenta selar trechos para impedir novas infiltrações, as tropas russas tentam contra-atacar perfurando externamente as paredes dos tubos para desobstruir rotas e retomar passagens.

O sucesso da incursão em Kupiansk motivou o comando ucraniano a avaliar a construção de uma rede de túneis planejada para conectar postos de observação, depósitos de suprimentos e unidades de apoio. Parte da logística e da produção militar ucraniana já foi transferida para locais protegidos abaixo da superfície. Especialistas apontam que a experiência com os gasodutos industriais pode deixar de ser apenas um uso oportunista de infraestrutura abandonada para se tornar uma doutrina de defesa consolidada, com o objetivo de manter o abastecimento e o fluxo de tropas a salvo dos drones.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Internacional Protestos contra o custo de vida na Alemanha terminam em violência e lojas saqueadas Manifestações ocorreram em cidades alemãs como Berlim, Hamburgo e Frankfurt, no mesmo dia em que centenas de… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra