— Carregando clima…
Última Hora
• TSE desmente alegação de fraude na apuração dos votos • Cerca de 13,2 mil sites de bets ilegais são bloqueados • Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde maio • As políticas ocultas por trás do boom das exportações da China • Eles têm quatro patas e paladares exigentes — e testam comida para pets • A nova rotina de Warren Buffett: YouTube, bridge e reality shows do Uzbequistão • Bolsa decolou, mas está mais barata? Por que gestores ainda veem fôlego na euforia • Quanto capital pode entrar na Bolsa se rali continuar? Morgan vê até R$ 945 bi • TSE desmente alegação de fraude na apuração dos votos • Cerca de 13,2 mil sites de bets ilegais são bloqueados • Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde maio • As políticas ocultas por trás do boom das exportações da China • Eles têm quatro patas e paladares exigentes — e testam comida para pets • A nova rotina de Warren Buffett: YouTube, bridge e reality shows do Uzbequistão • Bolsa decolou, mas está mais barata? Por que gestores ainda veem fôlego na euforia • Quanto capital pode entrar na Bolsa se rali continuar? Morgan vê até R$ 945 bi
Ver Todas

Sem Lula e Flávio, candidatos tentam furar polarização no 1º debate presidencial

Atualizado em 23/08/2026 às 08:20 schedule 3 min de leitura visibility 20 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O primeiro debate presidencial de 2026, marcado para este domingo (23), às 20h, na Band, não contará com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), os dois candidatos com maior intenção de votos. No palco, estarão Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante).

As ausências mudam a dinâmica do programa. Sem o confronto direto entre os principais polos da eleição, o debate abre espaço para candidaturas que precisam ganhar conhecimento e convencer o eleitor de que há alternativas na disputa. Lula e Flávio, porém, continuarão presentes indiretamente: o governo federal deve ser alvo de questionamentos, enquanto a candidatura do senador tende a aparecer na discussão sobre quem representa a direita e o eleitorado de Jair Bolsonaro.

Caiado, Zema e Renan disputam parcelas do eleitorado que também aparecem na base de Flávio. Sem o senador no estúdio, os três terão mais espaço para apresentar suas diferenças e buscar protagonismo dentro desse campo. A exposição ganha importância diante da divisão do horário eleitoral: o TSE definiu 5 minutos e 31 segundos para Lula, 4 minutos e 20 segundos para Flávio e 2 minutos e 2 segundos para Caiado. Cury terá 35 segundos, enquanto Zema e Renan ficarão sem tempo no horário eleitoral gratuito.

A decisão de Flávio de faltar está ligada à própria competição na direita. Sua campanha definiu que o senador só participará, no primeiro turno, de debates em que Lula também estiver presente. Aliados querem evitar um cenário no qual Flávio concentre os ataques de Caiado, Zema e Renan, e consideram um eventual segundo turno, quando o senador poderá precisar do apoio dos adversários derrotados para ampliar sua coalizão.

A ausência do presidente tampouco retira o governo do centro do debate. Como Lula concorre à reeleição, sua gestão será referência para as propostas e críticas dos participantes. Caiado, Zema e Renan construíram suas candidaturas em oposição ao governo federal, com estratégias e agendas distintas. Economia, segurança pública, gastos públicos e tamanho do Estado devem aparecer entre os temas usados para estabelecer essas diferenças. A campanha petista também considerou a composição do palco ao decidir pela ausência, avaliando que Lula poderia enfrentar uma sequência de questionamentos de candidatos posicionados majoritariamente à sua direita. A emissora decidiu manter vazios os púlpitos originalmente reservados a Lula e Flávio. Pelo sorteio, Renan ficará à esquerda do cenário na visão do telespectador, seguido pelos dois espaços vazios; depois estarão Caiado, Cury e Zema.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Cerca de 13,2 mil sites de bets ilegais são bloqueados O governo federal informou nesta terça-feira (6) que já pediu o bloqueio de 13.241 sites ilegais de apostas… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra