Santa Sé defende “caminho desarmante da diplomacia” e pede fim do uso de bombas de fragmentação
O arcebispo Ettore Balestrero reafirmou, na Terceira Conferência de Revisão da Convenção sobre Munições Cluster, realizada em Vientiane, a proximidade da Igreja Católica com as vítimas dessas armas. Ele também alertou para o legado mortal que elas deixam para populações e territórios, mesmo muito tempo depois do fim dos conflitos.
Durante a conferência, o arcebispo defendeu o que descreveu como o “caminho desarmante da diplomacia” e pediu o fim do uso de bombas de fragmentação. A posição da Santa Sé foi apresentada no encontro que reúne representantes de diversos países para revisar a implementação da convenção internacional que trata do tema.
Balestrero destacou que os efeitos dessas munições persistem por anos após o encerramento das hostilidades, atingindo comunidades e áreas muito além do período de guerra. Segundo ele, esse legado mortal continua a afetar populações e territórios, o que reforça a necessidade de medidas efetivas para impedir o uso desses artefatos.
A fala do arcebispo ocorre no contexto da Terceira Conferência de Revisão da Convenção sobre Munições Cluster, que tem como objetivo avaliar os avanços e os desafios na aplicação do tratado. A Santa Sé tem participado ativamente desses debates, defendendo o desarmamento e a proteção das vítimas.
O encontro em Vientiane reúne delegações de países signatários e organizações internacionais. Os detalhes completos sobre os resultados da conferência não constam no material disponível.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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