— Carregando clima…
Última Hora
• Na PUC-SP, encontro sobre os 200 anos das relações entre Brasil e Santa Sé • A Corrida dos Santos: quando a solidariedade percorre as ruas de Roma • III Seminário Nacional das Missões Populares reúne missionários e lideranças em Brasília até domingo • Solenidade de Todos os Santos: conheça cinco atitudes para viver a santidade no dia a dia  • Dia de Finados recorda os entes queridos, renova a fé na vida eterna e reflete sobre o sentido da existência • Dia de todos os santos • Solenidade de todos os santos • Jesus Cristo Reina! • Na PUC-SP, encontro sobre os 200 anos das relações entre Brasil e Santa Sé • A Corrida dos Santos: quando a solidariedade percorre as ruas de Roma • III Seminário Nacional das Missões Populares reúne missionários e lideranças em Brasília até domingo • Solenidade de Todos os Santos: conheça cinco atitudes para viver a santidade no dia a dia  • Dia de Finados recorda os entes queridos, renova a fé na vida eterna e reflete sobre o sentido da existência • Dia de todos os santos • Solenidade de todos os santos • Jesus Cristo Reina!
Ver Todas

Santa Sé defende “caminho desarmante da diplomacia” e pede fim do uso de bombas de fragmentação

Atualizado em 14/09/2026 às 19:50 schedule 2 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O arcebispo Ettore Balestrero reafirmou, na Terceira Conferência de Revisão da Convenção sobre Munições Cluster, realizada em Vientiane, a proximidade da Igreja Católica com as vítimas dessas armas. Ele também alertou para o legado mortal que elas deixam para populações e territórios, mesmo muito tempo depois do fim dos conflitos.

Durante a conferência, o arcebispo defendeu o que descreveu como o “caminho desarmante da diplomacia” e pediu o fim do uso de bombas de fragmentação. A posição da Santa Sé foi apresentada no encontro que reúne representantes de diversos países para revisar a implementação da convenção internacional que trata do tema.

Balestrero destacou que os efeitos dessas munições persistem por anos após o encerramento das hostilidades, atingindo comunidades e áreas muito além do período de guerra. Segundo ele, esse legado mortal continua a afetar populações e territórios, o que reforça a necessidade de medidas efetivas para impedir o uso desses artefatos.

A fala do arcebispo ocorre no contexto da Terceira Conferência de Revisão da Convenção sobre Munições Cluster, que tem como objetivo avaliar os avanços e os desafios na aplicação do tratado. A Santa Sé tem participado ativamente desses debates, defendendo o desarmamento e a proteção das vítimas.

O encontro em Vientiane reúne delegações de países signatários e organizações internacionais. Os detalhes completos sobre os resultados da conferência não constam no material disponível.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Religião Na PUC-SP, encontro sobre os 200 anos das relações entre Brasil e Santa Sé Iniciativa reuniu especialistas do meio jurídico, acadêmico, diplomático e eclesial para refletir sobre dois… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra