Santa Sé: "A segurança global não se constrói com armas nucleares"
O observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas em Nova York, dom Christophe Z. El Kassis, manifestou profundo pesar pela falta de consenso em torno do Tratado de Não Proliferação Nuclear e condenou a dependência de arsenais atômicos, classificando-a como uma contradição estratégica perigosa.
Em sua manifestação, o representante da Santa Sé destacou que a segurança global não pode ser construída sobre a posse de armas nucleares. Segundo ele, a lógica de dissuasão baseada em arsenais atômicos representa um risco permanente e não oferece garantias reais de estabilidade entre as nações.
A ausência de acordo sobre o Tratado de Não Proliferação Nuclear foi apontada por dom Christophe Z. El Kassis como um sinal preocupante do atual cenário internacional. Para o observador permanente, a falta de consenso enfraquece os esforços multilaterais de desarmamento e abre espaço para a continuidade de uma corrida armamentista que ameaça a paz mundial.
A posição da Santa Sé reforça o entendimento de que a segurança coletiva deve ser buscada por meio do diálogo, da diplomacia e do cumprimento de compromissos internacionais, e não pela acumulação de armamentos capazes de provocar destruição em larga escala.
O tema do desarmamento nuclear segue na agenda das discussões nas Nações Unidas, onde a Santa Sé mantém atuação como observador permanente. Os detalhes completos da manifestação e eventuais desdobramentos do debate não constam no material disponível.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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