— Carregando clima…
Última Hora
• Onda de violência na França atinge escolas e deixa milhares de detidos • Flávio Bolsonaro enfrenta resistência de parlamentares em fim de mandato • Lula defende “saidinha” de presos e cita direito à convivência familiar • Universidade dos EUA fecha acordo com governo Trump para combater antissemitismo • URGENTE: Lula autoriza TSE a abrir seus sigilos bancário e telefônico e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo • Efeito BYD: como Brasil virou 'laboratório' de empresas chinesas • Perguntamos a 10 jovens como eles decidem o voto • Padre morre ao ser atingido por crucifixo em missa transmitida ao vivo • Onda de violência na França atinge escolas e deixa milhares de detidos • Flávio Bolsonaro enfrenta resistência de parlamentares em fim de mandato • Lula defende “saidinha” de presos e cita direito à convivência familiar • Universidade dos EUA fecha acordo com governo Trump para combater antissemitismo • URGENTE: Lula autoriza TSE a abrir seus sigilos bancário e telefônico e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo • Efeito BYD: como Brasil virou 'laboratório' de empresas chinesas • Perguntamos a 10 jovens como eles decidem o voto • Padre morre ao ser atingido por crucifixo em missa transmitida ao vivo
Ver Todas

Renda fixa valorizou demais após o 1º turno? Veja cenários para o 2º e o que fazer

Atualizado em 19/10/2026 às 08:20 schedule 4 min de leitura visibility 22 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Quem comprou um título prefixado no Tesouro Direto na sexta-feira (2), antes do primeiro turno das eleições, viu o papel se valorizar em poucos dias. O DI para janeiro de 2031, termômetro desses títulos, caiu de 13,92% no dia 2 para 12,25% no dia 9, depois que Flávio Bolsonaro (PL) terminou à frente do presidente Lula (PT). Parte desse ganho, porém, já foi devolvida: na terça-feira (13), pesquisas mostraram empate técnico no segundo turno, cenário que se repetiu nos levantamentos da Quaest e do Datafolha ao longo da semana, e a taxa voltou a subir. Nesta sexta-feira (16), o DI jan/31 operava em 12,78%, devolvendo cerca de um terço da queda.

Para Fernando Benavenuto, sócio da Anvex Capital, houve uma "reprecificação eficiente" de um prêmio que estava muito carregado. Pelas contas dele, entre 100 e 120 pontos-base da queda até o dia 8 correspondem ao prêmio eleitoral. O restante vem do exterior, de ajustes técnicos de posição e de uma revisão marginal das expectativas para a Selic. "Um movimento que se reverte com pesquisa é, por definição, prêmio eleitoral", diz. Até o segundo turno, segundo ele, a curva deve reagir a praticamente cada nova pesquisa. Se os levantamentos passarem a favorecer Lula, o DI jan/31 tende a voltar para perto de 13,90%.

Gabriel Magno, sócio da AW Capital, atribui todo o movimento à eleição, estimando que o mercado dá de 90% a 95% de chance de vitória a Flávio. Benavenuto discorda e avalia que, no nível atual, a curva está mais perto do cenário otimista, mas longe de dar a eleição como decidida. Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, lembra que a ponta longa da curva, mais sensível ao risco fiscal e político, foi a que mais caiu. Na segunda-feira após o primeiro turno, a Selic terminal de 2027 projetada pela curva caiu de 13,50% para 12,50%. Os três concordam que a curva precifica a expectativa de ajuste, e não um ajuste pronto. "O mercado comprou a promessa de austeridade, ainda não a entrega", afirma Benavenuto.

Nos cenários traçados pelos especialistas, uma vitória de Flávio com equipe e regra fiscal críveis levaria o DI jan/31 para entre 11,50% e 12,00% nas semanas seguintes, segundo Benavenuto; Magno projeta de 11,00% a 11,50% no curto prazo, rumo a um dígito com o ajuste feito; Sung vê otimismo no curto prazo, que precisa virar medidas em seis a nove meses. Se Flávio vencer e o fiscal decepcionar, Benavenuto prevê devolução da maior parte da queda ao longo de semanas a meses, Magno aponta volta rápida para 13,00% a 13,50% e Sung fala em frustração e correção. Na reeleição de Lula, os três indicam abertura acima dos 13,90% de antes do primeiro turno, com juros, dólar e Bolsa reagindo.

Para quem precisa decidir antes do dia 25, Benavenuto mostra o que se ganha e o que se arrisca em cada opção. Travar a remuneração em prefixado ou IPCA+ longo agora é uma aposta direcional de que o cenário favorável vai se confirmar; se isso não acontecer, a perda na marcação a mercado é forte. Esperar no pós-fixado permite atravessar a eleição com juro real alto e sem risco de marcação, mas pode significar perder parte da queda dos juros. Já fracionar os aportes dispensa acertar o resultado e dilui o preço médio. Para quem leva um título do Tesouro IPCA+ até o vencimento, a marcação importa menos. Magno prefere esses papéis e argumenta que "as taxas caíram, mas ainda estão em níveis elevados".

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Economia Petrobras além dos R$ 900 bi de valor? Até onde ação pode ir após saltar 100% no ano As ações da Petrobras (PETR3;PETR4) tiveram queda de cerca de 3% na última segunda-feira (19), mas ainda… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra