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Reflexão para o XXIX Domingo do Tempo Comum

Atualizado em 17/10/2026 às 08:05 schedule 2 min de leitura visibility 3 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A reflexão para o XXIX Domingo do Tempo Comum parte da figura de Ciro, rei persa que, mesmo sem pertencer ao povo judeu, recebe de Deus a missão de libertá-lo. O gesto é lido à luz do Evangelho: ao permitir que os judeus voltem para casa e para o Templo, Ciro dá a Deus o que é de Deus, ou seja, o próprio povo. O texto lembra que Deus é o Senhor da História e pode tocar o coração de quem não o conhece para que exerça a missão confiada por Ele.

No Evangelho, os judeus preparam uma armadilha para Jesus ao perguntarem sobre o tributo a César. Conhecendo os corações, ele devolve a pergunta e pede que mostrem a moeda, cuja efígie é do imperador. O comentário observa que trazer consigo aquele objeto já revelava a conivência com a transgressão ao preceito de não fazer imagens. Jesus não proíbe o pagamento de impostos: manda restituir a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, rejeitando todo poder que gera escravização e dominação.

Dar a César significa devolver ao poder temporal o que ele necessita para exercer dignamente seu papel, seguindo a lei humana e denunciando-o quando absolutiza o poder. Dar a Deus significa restituir ao Criador e Redentor todo o seu senhorio sobre os corações e sobre toda a vida humana. A reflexão encerra propondo um exame de consciência sobre o testemunho cristão na vida em sociedade e recorda que a vida pertence a Deus, criador e redentor.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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