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PETR4: Petrobras sobe 4% com alta do petróleo com tensão no Oriente Médio

Atualizado em 01/09/2026 às 22:25 schedule 2 min de leitura visibility 52 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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As ações da Petrobras fecharam em forte alta nesta terça-feira (1º), em meio à disparada dos preços internacionais do petróleo. Os papéis da estatal reagiram à escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã, que elevou os temores sobre possíveis impactos na oferta global da commodity.

No encerramento do pregão, as ações preferenciais (PETR4) avançaram 4,11%, a R$ 46,87, enquanto as ordinárias (PETR3) subiram 4,14%, a R$ 52,37. O movimento fez os papéis da companhia liderarem os ganhos do Ibovespa ao longo da sessão.

No mercado internacional, o petróleo WTI para outubro, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em alta de 5,2%, a US$ 90,22 por barril. Já o Brent para novembro, na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), subiu 4,6%, a US$ 94,65 por barril.

A valorização da commodity tende a beneficiar empresas produtoras como a Petrobras, já que preços mais altos melhoram as perspectivas de geração de caixa e rentabilidade. A busca por ativos do setor ganhou força após relatos de que um navio-tanque foi atingido por três projéteis no Estreito de Hormuz, uma das rotas mais estratégicas para o transporte global de petróleo.

Os preços avançaram ainda mais depois que as Forças Armadas dos Estados Unidos informaram o início de ataques contra alvos da Guarda Revolucionária do Irã. A escalada militar é resultado de uma sequência de confrontos: na segunda-feira, o Irã lançou ataques contra duas bases americanas na Jordânia, em resposta à ofensiva dos EUA contra a Ilha de Larak, no domingo. Autoridades americanas afirmam que os alvos iranianos teriam ligação com planos para lançar foguetes carregados com minas marítimas no Estreito de Ormuz.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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