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Para quem Milei torce na eleição brasileira?

Atualizado em 19/10/2026 às 09:35 schedule 2 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno ocorre em um cenário de mudanças profundas na geopolítica mundial, o que torna a resposta sobre eventuais preferências do presidente argentino, Javier Milei, menos óbvia do que parece. É o que aponta análise de especialistas ouvidos pela BBC News Brasil.

O economista Otaviano Canuto, professor da George Washington University e ex-vice-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, avalia que a conjuntura global que o próximo presidente brasileiro encontrará será muito mais complexa do que a atual. Para ele, alinhamentos ideológicos "automáticos" não eliminam tensões: um aliado de hoje pode se tornar rival de amanhã. Vinícius Mariano de Carvalho, do King's College de Londres, descreve o momento como uma "surrealpolitik", marcada pela falta de coerência e de regulação nas relações internacionais.

Segundo os analistas, o próximo governo terá três desafios imediatos na política externa: reconstruir a relação com os Estados Unidos, encontrar uma posição pacífica na competição entre Washington e Pequim e reorganizar a coordenação política e econômica em uma América do Sul fragmentada. Os detalhes completos da análise e a resposta sobre o apoio de Milei constam no material original da BBC News Brasil.

Esta matéria foi publicada primeiro em Internacional · BBC News Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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