— Carregando clima…
Última Hora
• Fachin barra acesso de Fux ao “inquérito do fim do mundo” • Alguém ainda comemora o dia das crianças? • O Brasil precisa de estadistas, não de incendiários • Derrotas eleitorais abalam o mito de Gilberto Kassab como grande estrategista • Multidão se reúne na Paulista para ato de Lula marcado por debate sobre censura • Kassio Nunes Marques acelera decisões sobre pedidos contra Lula e adia julgamentos desfavoráveis a Flávio Bolsonaro • Cortes de R$ 250 bilhões de Flávio podem afetar aposentados, saúde e educação • Homem que sacou arma em manifestação pacífica pró-Lula é PM que estava de folga • Fachin barra acesso de Fux ao “inquérito do fim do mundo” • Alguém ainda comemora o dia das crianças? • O Brasil precisa de estadistas, não de incendiários • Derrotas eleitorais abalam o mito de Gilberto Kassab como grande estrategista • Multidão se reúne na Paulista para ato de Lula marcado por debate sobre censura • Kassio Nunes Marques acelera decisões sobre pedidos contra Lula e adia julgamentos desfavoráveis a Flávio Bolsonaro • Cortes de R$ 250 bilhões de Flávio podem afetar aposentados, saúde e educação • Homem que sacou arma em manifestação pacífica pró-Lula é PM que estava de folga
Ver Todas

O Brasil precisa de estadistas, não de incendiários

Atualizado em 12/10/2026 às 13:20 schedule 2 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

As eleições gerais de 4 de outubro, segundo o colunista Carlos Alberto Di Franco, deixaram recados importantes: o pêndulo moveu-se na direção conservadora, e a politização do Supremo Tribunal Federal contribuiu para esse movimento. Em sua análise, o presidente Lula pagou o preço do desgaste de um estilo de governo personalista e populista e não teve a grandeza de formar um sucessor.

Di Franco afirma que o país está cansado da gritaria e que a polarização estéril consumiu energias, dividiu famílias, rompeu amizades e sequestrou a agenda nacional. Para ele, pacificar exige respeito à lei, compromisso com a verdade e disposição para corrigir abusos, e excessos de autoridades precisam ser apurados e punidos nos termos da lei. O colunista também critica o que chama de rebaixamento da disputa política a um campeonato de paixões, em que ideias perdem espaço para slogans e a militância transforma divergência em traição.

O texto defende que o Brasil precisa de um projeto nacional com educação, saúde, segurança pública, ciência, tecnologia e infraestrutura como prioridades de Estado, além de responsabilidade fiscal e reformas. Conclui que o país exige estadistas, não incendiários, e que quem vive de alimentar o ódio pode conquistar seguidores, mas não constrói uma nação.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Fachin barra acesso de Fux ao “inquérito do fim do mundo” Alexandre Garcia comenta sobre vitória de Douglas Ruas, avanço de incêndios e falta de transparência no… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra