“Num mundo conturbado, revitalizar o amor e relançar o diálogo”: Sara A. Laisse
Maputo — A questão sobre para onde vai a humanidade e qual é a presença do ser humano no trinômio “Homem-Máquina-Deus” tem mobilizado a reflexão de Sara Antónia Joana Laisse, formada em temas de interculturalidade e diálogo entre as literaturas moçambicanas e as de outros lugares, e docente de Técnicas de Expressão na Universidade Católica de Moçambique (UCM) — Extensão de Maputo.
Nessa perspectiva, a docente lê a Carta Encíclica Magnifica Humanitas (MH), do Papa Leão XIV, dedicada à salvaguarda da pessoa humana na era da inteligência artificial. O documento propõe uma reflexão sobre o lugar do ser humano diante dos avanços tecnológicos e das transformações culturais contemporâneas.
Segundo a abordagem apresentada por Laisse, o texto convida a “num mundo conturbado, revitalizar o amor e relançar o diálogo”. A formulação sintetiza o eixo da leitura que a docente faz da encíclica, articulando a defesa da dignidade humana com a necessidade de retomar pontes de entendimento entre pessoas, povos e culturas.
A formação em interculturalidade e o trabalho com literaturas moçambicanas e de outras origens sustentam a leitura de Laisse sobre o documento. A perspectiva adotada conecta o debate sobre inteligência artificial e preservação da pessoa humana a questões de identidade, cultura e convivência.
Os detalhes completos da análise e os desdobramentos do texto da encíclica não constam no material disponível.
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