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Nasdaq futuro sobe após pior queda desde junho em meio a temores com IA

Atualizado em 23/10/2026 às 09:20 schedule 3 min de leitura visibility 2 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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Os índices futuros dos Estados Unidos operavam sem direção definida nesta sexta-feira (23), após as ações de tecnologia recuarem por temores de que o setor de inteligência artificial esteja perdendo força no curto prazo. O Nasdaq futuro subia 0,4%, em recuperação depois de o índice registrar sua maior queda diária desde junho. Os futuros do S&P 500 ficavam estáveis, enquanto os do Dow Jones recuavam 0,2%.

Na semana, o S&P 500 caminha para um ganho de menos de 0,1%, o Nasdaq recua 0,5% e o Dow Jones deve subir 1,7%. No campo econômico, os investidores aguardam a divulgação da versão final do relatório de confiança do consumidor da Universidade de Michigan. O desempenho dos futuros era o seguinte: Dow Jones Futuro, -0,35%; S&P 500 Futuro, +0,04%; Nasdaq Futuro, +0,39%.

Na Europa, os mercados operavam em baixa, com investidores mantendo aversão ao risco, vendendo ações de tecnologia e reagindo a crescentes tensões geopolíticas, o que os levou a buscar ativos seguros. A instabilidade na França também afetava os ativos de investimento no país, particularmente seus títulos soberanos. As vendas no varejo do Reino Unido caíram 0,4% em setembro ante o mês anterior, queda mais acentuada do que a previsão de 0,1% em pesquisa da Reuters. O STOXX 600 recuava 0,26%, o DAX caía 0,36%, o FTSE 100 perdia 0,38%, o CAC 40 recuava 0,53% e o FTSE MIB cedia 0,11%.

Na Ásia-Pacífico, os mercados fecharam em direções opostas, acompanhando as perdas de Wall Street, com preocupações sobre o aumento dos gastos com inteligência artificial e a alta dos preços do petróleo afetando o sentimento dos investidores. A inflação subjacente do Japão acelerou para 2,1% em setembro na comparação anual, ante 1,7% em agosto, superando a meta de 2% do Banco do Japão pela primeira vez em nove meses. O resultado reforça as pressões sobre os preços em meio ao encarecimento da energia e ao aumento dos custos de importação provocado pela desvalorização do iene. Xangai subiu 0,89%, o Nikkei caiu 0,34%, o Hang Seng avançou 0,69%, o Nifty 50 recuou 0,52% e o ASX 200 teve alta de 0,02%.

Nos commodities, os preços do petróleo subiam e caminhavam para a terceira alta semanal consecutiva, com a intensificação dos ataques à Arábia Saudita aumentando o risco de interrupções mais amplas no fornecimento do Oriente Médio. O WTI avançava 0,73%, a US$ 100,20 o barril, e o Brent subia 0,29%, a US$ 113,50. O minério de ferro negociado na bolsa de Dalian fechou em alta de 0,60%, a 675,00 iuanes (US$ 101,08), impulsionado pela redução dos estoques nos portos chineses, embora o contrato tenha registrado a sétima perda semanal consecutiva. O bitcoin subia 0,45%, a US$ 81.702,80 em relação à cotação de 24 horas atrás.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · InfoMoney e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Sobre o autor

Por Ivan Marra

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