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Gestão Lula registra mais mortes de yanomamis do que governo Bolsonaro

Atualizado em 23/08/2026 às 12:50 schedule 2 min de leitura visibility 20 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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Dados oficiais do Ministério da Saúde apontam que a Terra Indígena Yanomami, em Roraima, registrou 1.138 mortes de indígenas entre 2023 e 2025, nos três primeiros anos do governo Lula. O número supera o acumulado no mesmo período da gestão de Jair Bolsonaro, que contabilizou 951 óbitos entre 2019 e 2021. Entre as principais causas na gestão atual estão 219 mortes por infecções respiratórias agudas, 104 por desnutrição e 47 por malária.

Apesar da promessa do presidente de erradicar o que classificou como genocídio e levar atendimento médico permanente às comunidades, a crise humanitária persiste. O governo federal realizou ofensivas contra o garimpo ilegal, mas relatórios do Senado indicam que grupos criminosos armados continuam atuando no território. Em 2024, foi liberado R$ 1 bilhão em crédito extraordinário para a região, porém documentos do Senado revelam que obras essenciais, como a reforma da Casa de Saúde Indígena Yanomami, ficaram inacabadas, e falhas logísticas impedem a entrega de medicamentos e a remoção de pacientes graves.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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