Fossa comum encontrada no Sri Lanka: Igreja pede justiça e verdade
A Diocese de Jaffna, em cujo território foi encontrada uma vala comum, mobilizou-se para pedir uma investigação internacional independente e análises forenses precisas capazes de esclarecer a origem dos ossos e esqueletos descobertos. Segundo a diocese, os restos mortais podem pertencer a pessoas desaparecidas há décadas.
Entre os achados também estariam restos mortais que poderiam ser de crianças e recém-nascidos, o que amplia a gravidade das descobertas e reforça a necessidade de apuração técnica detalhada.
O padre Augustine Anthonipillai, diretor da Comissão Diocesana de Justiça e Paz, afirmou que é essencial buscar a verdade sobre o caso. A posição da Igreja local é de que somente uma investigação independente, acompanhada de exames forenses rigorosos, pode identificar as vítimas e esclarecer as circunstâncias em que os corpos foram depositados no local.
A diocese defende que o processo de apuração seja conduzido de forma transparente, com participação de especialistas externos, para que os resultados tenham credibilidade e possam responder às famílias que há anos procuram informações sobre parentes desaparecidos.
Os detalhes sobre a quantidade exata de restos mortais encontrados, a data precisa das descobertas e as circunstâncias históricas associadas à vala comum não constam no material disponível.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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