— Carregando clima…
Última Hora
• Judiciário e economia desafiam Flávio. TSE julga Deltan e Garotinho • Marçal se oferece para eventual governo de Flávio • Estados Unidos enviam drones militares para combater o narcotráfico na América do Sul • Estudo sobre percepção de luz em algas rende Nobel de Medicina para trio • França investiga rede que teria usado ONGs para financiar o Hamas • Van Hattem diz a Gilmar que pedirá seu impeachment no Senado em 2027 • Idosa que foi despejada e virou símbolo da crise habitacional na Espanha morre antes de voltar para casa • Primeira Turma do STF julgará Oswaldo Eustáquio por suposta associação criminosa • Judiciário e economia desafiam Flávio. TSE julga Deltan e Garotinho • Marçal se oferece para eventual governo de Flávio • Estados Unidos enviam drones militares para combater o narcotráfico na América do Sul • Estudo sobre percepção de luz em algas rende Nobel de Medicina para trio • França investiga rede que teria usado ONGs para financiar o Hamas • Van Hattem diz a Gilmar que pedirá seu impeachment no Senado em 2027 • Idosa que foi despejada e virou símbolo da crise habitacional na Espanha morre antes de voltar para casa • Primeira Turma do STF julgará Oswaldo Eustáquio por suposta associação criminosa
Ver Todas

Estudo sobre percepção de luz em algas rende Nobel de Medicina para trio

Atualizado em 08/10/2026 às 15:50 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O Prêmio Nobel de Medicina de 2026 foi concedido aos pesquisadores Karl Deisseroth, Peter Hegemann e Georg Nagel pela descoberta da optogenética, técnica que permite controlar a atividade cerebral por meio de flashes de luz. Segundo o Comitê Nobel, os três foram reconhecidos por suas descobertas sobre canais iônicos fotossensíveis e optogenética.

A pesquisa começou com a investigação da alga unicelular Chlamydomonas reinhardtii, que se move conforme a iluminação do ambiente. O biofísico Peter Hegemann dedicou 15 anos para entender como o organismo transformava luz em sinais elétricos. Em parceria com Georg Nagel, identificou proteínas chamadas rodopsinas, que funcionam como canais ativados por luz e permitiram criar eletricidade em células humanas apenas com estímulos luminosos.

A optogenética usa a luz para ligar ou desligar neurônios com precisão, ao introduzir artificialmente essas proteínas em células cerebrais de mamíferos. A técnica permite selecionar populações específicas de células e observar reações em tempo real, estabelecendo relações de causa e efeito. Ainda restrita ao laboratório, ela abre caminho para futuras terapias, com destaque para tentativas de devolver a sensibilidade à luz em retinas danificadas.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Judiciário e economia desafiam Flávio. TSE julga Deltan e Garotinho Se eleito, candidato do PL terá de lidar com condenações e agenda econômica. Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra